Jornalista é assassinado por apoiar casamento por amor no Paquistão
O jornalista Ajmal Joyia foi morto à tiros na última segunda-feira (9/5), em Lodhran, no Paquistão, por apoiar abertamente um casal que contraiu matrimônio sem o consentimento da família.
Atualizado em 13/05/2016 às 16:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Os assassinos são parentes da mulher que ele apoiava.
Segundo o jornal Hindustan Times , Joyia tinha 30 anos e foi abordado por três homens quando voltava para casa em uma moto. Seu primo, que estava junto com ele na hora do ataque, está vivo mas permanece em estado crítico. A polícia prendeu um dos atiradores, mas os outros dois seguem foragidos.
Jornalistas de várias cidades de Punjab, estado onde o caso aconteceu, organizaram um protesto contra o assassinato. Eles exigiram que os culpados sejam presos e que a família de Joyia receba uma compensação financeira.
Segundo o jornal Hindustan Times , Joyia tinha 30 anos e foi abordado por três homens quando voltava para casa em uma moto. Seu primo, que estava junto com ele na hora do ataque, está vivo mas permanece em estado crítico. A polícia prendeu um dos atiradores, mas os outros dois seguem foragidos.
Jornalistas de várias cidades de Punjab, estado onde o caso aconteceu, organizaram um protesto contra o assassinato. Eles exigiram que os culpados sejam presos e que a família de Joyia receba uma compensação financeira.
Homicídios por defesa da honra são comuns no Paquistão e mortes de casais que desafiam a tradição da família escolher com quem se devem casar são rotineiras. Em abril, uma adolescente que ajudou uma amiga a fugir com o namorado para casar foi queimada viva na cidade de Khyber Pakhtunkhwa.





