Jornalista é assassinado a tiros por desconhecidos na capital do Iêmen
O jornalista Abldelkarim al Jayawani, pertencente ao movimento rebelde xiita dos houthis, foi assassinado nesta quarta-feira (18/3) por doisdesconhecidos que estavam numa moto e dispararam contra ele em Sana, capital do Iêmen.
Atualizado em 18/03/2015 às 12:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
ao movimento rebelde xiita dos houthis, foi assassinado nesta quarta-feira (18/3) por dois desconhecidos que estavam numa moto e dispararam contra ele em Sana, capital do Iêmen.
Crédito:Reprodução Jornalista foi morto após sair de casa por dois homens numa moto
De acordo com a Agência EFE, os assassinos usaram um revólver com silenciador e atingiram o jornalista após ele deixar sua residência, no bairro de Hael, no centro da capital.
Al-Khewani era conhecido por sua lealdade aos houthis. Em 6 de fevereiro deste ano, ele anunciou a emenda constitucional que dissolveu o parlamento e elevou os rebeldes ao poder de maneira unilateral.
Além disso, Al Jayawani era membro do Comitê Supremo de Segurança, que os houthis formaram de acordo com essa ata, e que lhe outorgou o poder para governar o Iêmen e supervisionar a designação dos membros do Conselho Nacional, que substitui o parlamento.
Atualmente, o Iêmen vive intensa crise política e de segurança. O presidente Abdo Rabbo Mansour Hadi e seu governo chegaram a renunciar em protesto pelo avanço e a pressão dos houthis, mas voltaram atrás e seguem no comando do país.
Crédito:Reprodução Jornalista foi morto após sair de casa por dois homens numa moto
De acordo com a Agência EFE, os assassinos usaram um revólver com silenciador e atingiram o jornalista após ele deixar sua residência, no bairro de Hael, no centro da capital.
Al-Khewani era conhecido por sua lealdade aos houthis. Em 6 de fevereiro deste ano, ele anunciou a emenda constitucional que dissolveu o parlamento e elevou os rebeldes ao poder de maneira unilateral.
Além disso, Al Jayawani era membro do Comitê Supremo de Segurança, que os houthis formaram de acordo com essa ata, e que lhe outorgou o poder para governar o Iêmen e supervisionar a designação dos membros do Conselho Nacional, que substitui o parlamento.
Atualmente, o Iêmen vive intensa crise política e de segurança. O presidente Abdo Rabbo Mansour Hadi e seu governo chegaram a renunciar em protesto pelo avanço e a pressão dos houthis, mas voltaram atrás e seguem no comando do país.





