Jornalista é ameaçado durante demissão de construtores da usina de Belo Monte no Pará
O jornalista Ruy Sposati, membro do movimento "Xingu Vivo para Sempre", denuncia ter sido ameaçado por dois homens não-identificados, na segunda-feira (12), enquanto acompanhava a demissão de 80 trabalhadores do Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM), na rodovia Transamazônica, em Altamira (PA).
Atualizado em 13/12/2011 às 13:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
do movimento , denuncia ter sido ameaçado por dois homens não-identificados, na segunda-feira (12), enquanto acompanhava a demissão de 80 trabalhadores do Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM), na rodovia Transamazônica, em Altamira (PA).
De acordo com ele, um dos homens o chamou de "vagabundo" e o outro o ameaçou de morte diversas vezes, logo que chegou ao local. O jornalista conta que policiais presentes assistiram a cena sem interferir, mesmo após serem chamados pelo repórter. Os homens ainda teriam tentado tomar o equipamento fotográfico do jornalista, que registrava o movimento.
Após o ocorrido, Sposati tentou registrar um boletim de ocorrência na polícia, mas o delegado de Altamira afirmou que não havia escrivão disponível e pediu que o profissional retornasse nesta terça-feira (13).
O caso foi denunciado ao Ministério Público Federal (MPF), que encaminhou a acusação para o Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público Estadual (MPE-PA) e para o Corregedor da Polícia Militar do Pará. As informações são do .
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De acordo com ele, um dos homens o chamou de "vagabundo" e o outro o ameaçou de morte diversas vezes, logo que chegou ao local. O jornalista conta que policiais presentes assistiram a cena sem interferir, mesmo após serem chamados pelo repórter. Os homens ainda teriam tentado tomar o equipamento fotográfico do jornalista, que registrava o movimento.
Após o ocorrido, Sposati tentou registrar um boletim de ocorrência na polícia, mas o delegado de Altamira afirmou que não havia escrivão disponível e pediu que o profissional retornasse nesta terça-feira (13).
O caso foi denunciado ao Ministério Público Federal (MPF), que encaminhou a acusação para o Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público Estadual (MPE-PA) e para o Corregedor da Polícia Militar do Pará. As informações são do .
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