Jornalista é acusado de veicular conteúdos inapropriados a crianças em Ribeirão (SP)
Ele se passava como treinador e distribuía, por meio de um perfil falso, conteúdos inapropriados para crianças. Mães denunciaram jornalista.
Atualizado em 05/11/2014 às 20:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um jornalista que se passava por treinador de futebol na internet é acusado de disseminar conteúdos inapropriados a crianças em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. A Polícia Civil de Jardinópolis, que apura o caso, recebeu novas denúncias que apontam o profissional de imprensa como suspeito de cometer pedofilia. Três mães prestaram depoimento sobre o caso na terça, dia 4.
Segundo o G1, o suspeito utilizava um perfil falso nas redes sociais se passando como técnico e aliciava garotos fazendo promessas de patrocínio de suas carreiras. Além dele, outra pessoa também está sendo investigada sobre uma eventual participação no crime. Paulo Ruy Pacheco, de 31 anos, é acusado de manter conversas de cunho sexual com menores de 11 anos na web.
O repórter é alvo de outro processo com o mesmo fim. Ele já foi condenado por distribuir imagens pornográficas envolvendo menores em Curitiba (PR) e, ainda, é investigado por crime semelhante em Praia Grande (SP). Pacheco foi denunciado depois que uma mulher flagrou o homem tendo uma conversa de conteúdo sexual com o seu filho, sob o nome da atriz Carolina Ferraz pelo Facebook.
Procurado para comentar, o advogado de defesa, José Gualberto Assis, disse desconhecer as novas denúncias sobre o seu cliente e preferiu não comentar o assunto. Quando foi identificado pela polícia, pelo menos cinco mães entraram em contato com as autoridades para dizer que os seus meninos também poderiam ter sido vítimas do profissional de imprensa, que atuava pela internet.
“Quando eu vi a imagem dele na televisão eu percebi que era ele, porque aqui todo mundo conhece ele como técnico de futebol. Nós nunca imaginávamos que ele era pedófilo”, contou uma das mulheres. Outra, que cuida de um garoto de 13 anos, relata que o seu filho teve alterações no comportamento dentro de casa e com amigos depois que passou a se relacionar com o suspeito.
Conforme relata, ele teria mudado totalmente depois que o conheceu. Mudou demais. Ele não sai mais sozinha para a rua, já não sai com os amiguinhos que ele saia antes. Ele emagreceu muito. Não é a mesma criança. Tenho medo de ter acontecido alguma coisa”. Ela suspeita que o filho teria sido assediado em treinos. Pacheco também tinha outros perfis para falar com as crianças.
O acusado teria dito também que era empresário. “Meu menino sempre sonhou em jogar futebol. E ele dizia que já tinha trabalhado no Barcelona, que era empresário, que iria patrocinar eles. Um dia ele até chegou todo alegre contando que tinha arranjado um patrocinador que ia dar chuteira, ia dar uniforme”, lembra. A mãe conta ainda que ele convidava o seu filho para participar de eventos.
Uma das mulheres ouvidas na terça, inclusive, levou o computador do filho contendo conversas entre ele e o suspeito em uma rede social. ”Vai ser instaurado um procedimento investigativo, um inquérito policial, e aí sim nós vamos tomar o depoimento de todas as pessoas envolvidas no caso e vamos tomar uma decisão quanto a essa pessoa”, disse o delegado Renato Savério, sobre o crime.
Segundo o G1, o suspeito utilizava um perfil falso nas redes sociais se passando como técnico e aliciava garotos fazendo promessas de patrocínio de suas carreiras. Além dele, outra pessoa também está sendo investigada sobre uma eventual participação no crime. Paulo Ruy Pacheco, de 31 anos, é acusado de manter conversas de cunho sexual com menores de 11 anos na web.
O repórter é alvo de outro processo com o mesmo fim. Ele já foi condenado por distribuir imagens pornográficas envolvendo menores em Curitiba (PR) e, ainda, é investigado por crime semelhante em Praia Grande (SP). Pacheco foi denunciado depois que uma mulher flagrou o homem tendo uma conversa de conteúdo sexual com o seu filho, sob o nome da atriz Carolina Ferraz pelo Facebook.
Procurado para comentar, o advogado de defesa, José Gualberto Assis, disse desconhecer as novas denúncias sobre o seu cliente e preferiu não comentar o assunto. Quando foi identificado pela polícia, pelo menos cinco mães entraram em contato com as autoridades para dizer que os seus meninos também poderiam ter sido vítimas do profissional de imprensa, que atuava pela internet.
“Quando eu vi a imagem dele na televisão eu percebi que era ele, porque aqui todo mundo conhece ele como técnico de futebol. Nós nunca imaginávamos que ele era pedófilo”, contou uma das mulheres. Outra, que cuida de um garoto de 13 anos, relata que o seu filho teve alterações no comportamento dentro de casa e com amigos depois que passou a se relacionar com o suspeito.
Conforme relata, ele teria mudado totalmente depois que o conheceu. Mudou demais. Ele não sai mais sozinha para a rua, já não sai com os amiguinhos que ele saia antes. Ele emagreceu muito. Não é a mesma criança. Tenho medo de ter acontecido alguma coisa”. Ela suspeita que o filho teria sido assediado em treinos. Pacheco também tinha outros perfis para falar com as crianças.
O acusado teria dito também que era empresário. “Meu menino sempre sonhou em jogar futebol. E ele dizia que já tinha trabalhado no Barcelona, que era empresário, que iria patrocinar eles. Um dia ele até chegou todo alegre contando que tinha arranjado um patrocinador que ia dar chuteira, ia dar uniforme”, lembra. A mãe conta ainda que ele convidava o seu filho para participar de eventos.
Uma das mulheres ouvidas na terça, inclusive, levou o computador do filho contendo conversas entre ele e o suspeito em uma rede social. ”Vai ser instaurado um procedimento investigativo, um inquérito policial, e aí sim nós vamos tomar o depoimento de todas as pessoas envolvidas no caso e vamos tomar uma decisão quanto a essa pessoa”, disse o delegado Renato Savério, sobre o crime.





