Jornalista do PR aceitam proposta de reajuste salarial de 5%
Os jornalistas paranaenses aceitaram a proposta patronal de reajuste salarial de 5%
Atualizado em 13/07/2011 às 09:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
(inflação de 4,68%, mais 0,32% de aumento real), anuncia o Sindicato dos Jornalistas do Paraná. Reunidos em assembleia na noite de segunda-feira (11), e ao meio dia de terça-feira (12), os profissionais da categoria votaram a proposta, que venceu com 110 votos a favor e 75 contra.
A vitória dos 5% não foi unânime em todas as cidades. Os votos favoráveis só superaram os contrários nas cidades de Curitiba (capital) e de Ponta Grossa. Foz de Iguaçu e Cascavel (Leste do estado) rejeitaram o reajuste patronal.
Após a decisão, o piso salarial passa a valer R$ 2.151,56, um aumento de R$ 102,45. Além do reajuste, outras reivindicações foram acatadas, entre elas: extensão da licença maternidade de quatro para seis meses e a renovação das demais cláusulas vigentes na convenção.
O Sindijor avalia de forma positivia a mobilização dos profissionais. "Serviu ao menos para mostrar que somos uma categoria de trabalhadores e, quando mobilizados, alcançamos conquistas. Depois de 14 anos, finalmente não recebemos reajustes inferiores à inflação. É a repetição deste espírito de mobilização, este barulho para demonstrar nossa insatisfação, que vai nos conduzir a ganhos reais ainda maiores", declarou o sindicato em nota oficial.
Apesar de considerada uma vitória para a categoria, o Sindijor chamou a atenção para um caso que considerou como assédio e intervenção da "organização obreira". O diretor do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), Guilherme Döring Cunha Pereira, reuniu os jornalistas do periódico, Gazeta do Povo, a fim de pressioná-los a aceitar a proposta patronal, mesmo antes da decisão ser deliberada na assembleia. Ele comentou sobre as vendas fracas e pediu a "colaboração" da redação, afirmando que não receberiam nenhum aumento superior ao estabelecido pela proposta. Segundo o Sindijor, esta foi uma tentativa de inibir a autonomia dos jornalistas. A entidade avisa que tomará providências quanto a esta manobra de assédio realizada por Cunha Pereira.
"A ação de Cunha (...) é merecedora de toda a repulsa da categoria. A autonomia dos trabalhadores para definir os seus destinos deve ser ampla, sem condicionamentos ou pressões externas", declarou o Sindijor.
A fim de protreger os profissionais, os votos durante a assembleia foram mantidos em sigilo
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A vitória dos 5% não foi unânime em todas as cidades. Os votos favoráveis só superaram os contrários nas cidades de Curitiba (capital) e de Ponta Grossa. Foz de Iguaçu e Cascavel (Leste do estado) rejeitaram o reajuste patronal.
Após a decisão, o piso salarial passa a valer R$ 2.151,56, um aumento de R$ 102,45. Além do reajuste, outras reivindicações foram acatadas, entre elas: extensão da licença maternidade de quatro para seis meses e a renovação das demais cláusulas vigentes na convenção.
O Sindijor avalia de forma positivia a mobilização dos profissionais. "Serviu ao menos para mostrar que somos uma categoria de trabalhadores e, quando mobilizados, alcançamos conquistas. Depois de 14 anos, finalmente não recebemos reajustes inferiores à inflação. É a repetição deste espírito de mobilização, este barulho para demonstrar nossa insatisfação, que vai nos conduzir a ganhos reais ainda maiores", declarou o sindicato em nota oficial.
Apesar de considerada uma vitória para a categoria, o Sindijor chamou a atenção para um caso que considerou como assédio e intervenção da "organização obreira". O diretor do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), Guilherme Döring Cunha Pereira, reuniu os jornalistas do periódico, Gazeta do Povo, a fim de pressioná-los a aceitar a proposta patronal, mesmo antes da decisão ser deliberada na assembleia. Ele comentou sobre as vendas fracas e pediu a "colaboração" da redação, afirmando que não receberiam nenhum aumento superior ao estabelecido pela proposta. Segundo o Sindijor, esta foi uma tentativa de inibir a autonomia dos jornalistas. A entidade avisa que tomará providências quanto a esta manobra de assédio realizada por Cunha Pereira.
"A ação de Cunha (...) é merecedora de toda a repulsa da categoria. A autonomia dos trabalhadores para definir os seus destinos deve ser ampla, sem condicionamentos ou pressões externas", declarou o Sindijor.
A fim de protreger os profissionais, os votos durante a assembleia foram mantidos em sigilo
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