Jornalista do "Diário do Grande ABC" morre em acidente; caso está sendo apurado
O jornalista Leone Farias, 48, do jornal Diário do Grande ABC, morreu após ser atingido por um caminhão-tanque na divisa dos municípiosde São Caetano do Sul e Santo André, região metropolitana de São Paulo (SP), na última sexta-feira (8/1).
Atualizado em 11/01/2016 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
do jornal Diário do Grande ABC , morreu após ser atingido por um caminhão-tanque na divisa dos municípios de São Caetano do Sul e Santo André, região metropolitana de São Paulo (SP), na última sexta-feira (8/1).
Crédito:reprodução/facebook O caso foi registrado como homicídio culposo, sem intenção de matar Segundo o Diário , o jornalista estava pedalando, por volta das 6h45, próximo à Universidade Municipal de São Caetano (USCS). Ele teria se desequilibrado e caído na via. O caso foi registrado como homicídio culposo, sem intenção de matar, no 2º DP (Santa Maria) de São Caetano, e está sendo apurado.
Leone Farias estava no Diário do Grande ABC desde 1998. Ele cobria assuntos relacionados às áreas de petroquímica, automotiva, sindical e micro e macro economia. Para o jornal, o repórter foi destaque, "emplacando grandes reportagens de repercussão regional e nacional".
O corpo foi velado na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, localizada no bairro Oswaldo Cruz, e sepultado no Cemitério do Morumbi, na capital. Ele deixa a mulher e dois filhos.
Crédito:reprodução/facebook O caso foi registrado como homicídio culposo, sem intenção de matar Segundo o Diário , o jornalista estava pedalando, por volta das 6h45, próximo à Universidade Municipal de São Caetano (USCS). Ele teria se desequilibrado e caído na via. O caso foi registrado como homicídio culposo, sem intenção de matar, no 2º DP (Santa Maria) de São Caetano, e está sendo apurado.
Leone Farias estava no Diário do Grande ABC desde 1998. Ele cobria assuntos relacionados às áreas de petroquímica, automotiva, sindical e micro e macro economia. Para o jornal, o repórter foi destaque, "emplacando grandes reportagens de repercussão regional e nacional".
O corpo foi velado na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, localizada no bairro Oswaldo Cruz, e sepultado no Cemitério do Morumbi, na capital. Ele deixa a mulher e dois filhos.





