Jornalista do Clarín foi hostilizada por secretário de Comércio da Argentina
A jornalista do Clarín, Silvia Naishtat, disse que o secretário de Comércio da Argentina, Guillermo Moreno, a hostilizou quando foi questionado sobre o mercado fechado em Buenos Aires.
Atualizado em 05/07/2013 às 14:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Silvia Naishtat, disse que o secretário de Comércio da Argentina, Guillermo Moreno, a hostilizou quando foi questionado sobre o mercado fechado em Buenos Aires. O episódio ocorreu na última quinta-feira (4/7), na embaixada norte-americana, durante a comemoração do Dia da Independência dos EUA.
Segundo o portal Cadena 3, a jornalista afirmou que, após perguntar sobre o mercado, o secretário subiu o tom de voz ao responder que "vocês todos têm as mãos manchadas de sangue".
"A surpresa foi a chegada, pela grande escadaria, do Sr. Moreno. Foi uma grande confusão, porque ninguém do governo nunca vai a um evento como esse. Quando terminaram de tirar as fotos, fui perguntar o que estava acontecendo com o mercado", disse Naishtat.
"O secretário não estava sozinho, ele estava com um senhor. Então disse que eu era uma mal educada e que deveria ter dito: ‘Senhor Secretário, você quer falar comigo e depois eu decido se quero ou não falar com você'. Eu não me dei conta que ele estava levantando a voz. Curia, sócio e meu chefe, ouviu-o e pediu-lhe para não levantar sua voz. Moreno perguntou quem ele era, e ele se apresentou e Moreno começou a gritar mais alto para que todos escutassem: ‘Eu vou dizer ao embaixador que todos os jornalistas que trabalham para Magnetto estão manchadas com o sangue'", continuou.
"Moreno perdeu qualquer possibilidade de autocontrole. Os gritos, cuspindo saliva, o secretário disse que nunca mais falaria com os repórteres deste jornal e acusou de ter as ‘mãos manchadas de sangue’”, acrescentou a repórter.
"É necessário ver que o que Moreno fez, ao contrário da crença popular, não era apenas representar um personagem intimidador em busca de um objetivo político definido, neste caso, desprestigiar um aliado do governo nacional”, disse a repórter, que acrescentou que “Moreno atuou como um verdadeiro fascista".
Segundo o portal Cadena 3, a jornalista afirmou que, após perguntar sobre o mercado, o secretário subiu o tom de voz ao responder que "vocês todos têm as mãos manchadas de sangue".
"A surpresa foi a chegada, pela grande escadaria, do Sr. Moreno. Foi uma grande confusão, porque ninguém do governo nunca vai a um evento como esse. Quando terminaram de tirar as fotos, fui perguntar o que estava acontecendo com o mercado", disse Naishtat.
"O secretário não estava sozinho, ele estava com um senhor. Então disse que eu era uma mal educada e que deveria ter dito: ‘Senhor Secretário, você quer falar comigo e depois eu decido se quero ou não falar com você'. Eu não me dei conta que ele estava levantando a voz. Curia, sócio e meu chefe, ouviu-o e pediu-lhe para não levantar sua voz. Moreno perguntou quem ele era, e ele se apresentou e Moreno começou a gritar mais alto para que todos escutassem: ‘Eu vou dizer ao embaixador que todos os jornalistas que trabalham para Magnetto estão manchadas com o sangue'", continuou.
"Moreno perdeu qualquer possibilidade de autocontrole. Os gritos, cuspindo saliva, o secretário disse que nunca mais falaria com os repórteres deste jornal e acusou de ter as ‘mãos manchadas de sangue’”, acrescentou a repórter.
"É necessário ver que o que Moreno fez, ao contrário da crença popular, não era apenas representar um personagem intimidador em busca de um objetivo político definido, neste caso, desprestigiar um aliado do governo nacional”, disse a repórter, que acrescentou que “Moreno atuou como um verdadeiro fascista".





