Jornalista do Azerbaijão supera Lava Jato e ganha prêmio no Canadá
O prêmio Allard, promovido pela University of British Columbia, do Canadá, reconhece os esforços no combate à corrupção e a promoção dos direitos humanos.
Atualizado em 29/09/2017 às 10:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Divulgação Allard Prize Também concorriam ao Allard a ativista de direitos humanos egípcia Azza Soliman e a equipe da Força Tarefa do Ministério Público Federal (MPF), responsável pelas investigações da Operação Lava Jato. A informação é do UOL.
Khadija e Azza estão impedidas pelos governos de seus países de deixar seus territórios e nenhuma delas pôde participar da cerimônia, em Vancouver. Em 2014, Khadija foi sentenciada a sete anos e meio de prisão por evasão de divisas e abuso de poder, mas ganhou a liberdade em 2016 sob a condição de não viajar para fora do país sem autorização oficial.
Apenas os membros da força-tarefa do MPF estiveram presentes na premiação. Segundo informações do UOL, as passagens foram pagas pela organização do prêmio. Pela menção honrosa, os membros receberam 10 mil dólares canadenses, cerca de R$ 25 mil. Segundo o coordenador do grupo, o procurador Deltan Dallagnol, o dinheiro será doado para associações de luta por direitos humanos no Brasil.
O Allard acontece a cada dois anos desde 2013. O primeiro vencedor foi o ativista indiano Anna Hazare. Em 2015, os jornalistas John Gitongo e Rafael Marques de Morais foram premiados por expor casos de corrupção em seus países, Quênia e Angola, respectivamente.
Saiba mais:

Khadija e Azza estão impedidas pelos governos de seus países de deixar seus territórios e nenhuma delas pôde participar da cerimônia, em Vancouver. Em 2014, Khadija foi sentenciada a sete anos e meio de prisão por evasão de divisas e abuso de poder, mas ganhou a liberdade em 2016 sob a condição de não viajar para fora do país sem autorização oficial.
Apenas os membros da força-tarefa do MPF estiveram presentes na premiação. Segundo informações do UOL, as passagens foram pagas pela organização do prêmio. Pela menção honrosa, os membros receberam 10 mil dólares canadenses, cerca de R$ 25 mil. Segundo o coordenador do grupo, o procurador Deltan Dallagnol, o dinheiro será doado para associações de luta por direitos humanos no Brasil.
O Allard acontece a cada dois anos desde 2013. O primeiro vencedor foi o ativista indiano Anna Hazare. Em 2015, os jornalistas John Gitongo e Rafael Marques de Morais foram premiados por expor casos de corrupção em seus países, Quênia e Angola, respectivamente.
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