Jornalista diz que EUA omitiram participação de paquistaneses na morte de bin Laden
O jornalista americano Seymour Hersh publicou no último domingo (10/5) um artigo intitulado "Uma história alternativa sobre a guerra aoterror", no qual afirma que o presidente Barack Obama e sua administração mentiram a respeito da morte do líder da al-Qaeda, Osama bin Laden.
Atualizado em 11/05/2015 às 13:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
no último domingo (10/5) um artigo intitulado "Uma história alternativa sobre a guerra ao terror", no qual afirma que o presidente Barack Obama e sua administração mentiram a respeito da morte do líder da al-Qaeda, Osama bin Laden.
Crédito:Divulgação Jornalista rebate versão do governo sobre prisão e morte de Bin-Laden
Segundo a Exame, o texto, que foi publicado originalmente no jornal britânico London Review of Books , desmente a informação de que o governo dos EUA teria sido o único responsável pela condução da operação que resultou na morte do líder da al-Qaeda. De acordo com Hersh, oficiais paquistaneses participaram de toda a execução do plano norte-americano.
"Isto é falso, assim como são falsos outros elementos da versão Obama", disse o jornalista ganhador do Pulitzer, que ainda ressaltou que o terrorista estava preso desde 2006, diferentemente da versão divulgada pela Casa Branca, dizendo que o terrorista foi encontrado num esconderijo em 2011 por soldados americanos.
Crédito:Divulgação Jornalista rebate versão do governo sobre prisão e morte de Bin-Laden
Segundo a Exame, o texto, que foi publicado originalmente no jornal britânico London Review of Books , desmente a informação de que o governo dos EUA teria sido o único responsável pela condução da operação que resultou na morte do líder da al-Qaeda. De acordo com Hersh, oficiais paquistaneses participaram de toda a execução do plano norte-americano.
"Isto é falso, assim como são falsos outros elementos da versão Obama", disse o jornalista ganhador do Pulitzer, que ainda ressaltou que o terrorista estava preso desde 2006, diferentemente da versão divulgada pela Casa Branca, dizendo que o terrorista foi encontrado num esconderijo em 2011 por soldados americanos.
Em comunicado oficial, um porta-voz da Casa Branca disse que o artigo de Hersh é "controverso", "infundado". "A noção de que esta operação não foi realizada unilateralmente pelos Estados Unidos é totalmente falsa. Há incoerências demais na assertivas para que cada uma delas seja checada", afirmou.





