Jornalista diz que clube da BA fez história ao publicar lista de "jabá" a comunicadores
Após a nova diretoria do Esporte Clube Bahia divulgar dossiê no qual revela investimentos na comunicação feitos pela gestão anterior, o jornalista e professor de ética da Unijorge, Paulo Leandro, afirmou que "o Bahia fez história no jornalismo ao expor publicamente seus investimentos paralelos e clandestinos em comunicação".
Atualizado em 13/03/2014 às 14:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Esporte Clube Bahia divulgar dossiê no qual revela investimentos na comunicação feitos pela gestão anterior, o jornalista e professor de ética da Unijorge, Paulo Leandro, afirmou que "o Bahia fez história no jornalismo ao expor publicamente seus investimentos paralelos e clandestinos em comunicação".
Crédito:Reprodução Jornalistas teriam recebido propina para falar bem do time
Segundo A Tarde , as declarações do comunicólogo foram publicadas em um post no blog Resenhando Futebol Clube. Para o jornalista, as consequências de revelar tais dados “implicam provocar no tricolor e no consumidor de informação esportiva de um modo geral a curiosidade de se perguntar que tipo de notícia se divulga e como ela se constrói".
Nos documentos estão presentes nomes, números e notas fiscais de bastidores da comunicação do clube. Para o pesquisador, essa relação é antiga. Segundo ele, a crônica esportiva conservou traços que podem ser atribuídos à imprensa joanina ou áulica do início do século XIX. "O efeito retardado desta imprensa é a longa permanência de cartolas à frente dos clubes, muitos deles desenvolvendo carreira política, divulgando-se embutido no conteúdo esportivo".
Em resposta, os radialistas citados no levantamento negam qualquer irregularidade e afirmam que os repasses direcionados a eles eram para publicidades de campanhas do clube. Já as passagens fornecidas pelo Bahia eram resultado de uma troca de publicidade nos rádios. “Para anunciar, eles pagam. Quando não pagavam com dinheiro, faziam com passagens. Isso é normal", relatou o radialista Jaílson Baraúna.
Crédito:Reprodução Jornalistas teriam recebido propina para falar bem do time
Segundo A Tarde , as declarações do comunicólogo foram publicadas em um post no blog Resenhando Futebol Clube. Para o jornalista, as consequências de revelar tais dados “implicam provocar no tricolor e no consumidor de informação esportiva de um modo geral a curiosidade de se perguntar que tipo de notícia se divulga e como ela se constrói".
Nos documentos estão presentes nomes, números e notas fiscais de bastidores da comunicação do clube. Para o pesquisador, essa relação é antiga. Segundo ele, a crônica esportiva conservou traços que podem ser atribuídos à imprensa joanina ou áulica do início do século XIX. "O efeito retardado desta imprensa é a longa permanência de cartolas à frente dos clubes, muitos deles desenvolvendo carreira política, divulgando-se embutido no conteúdo esportivo".
Em resposta, os radialistas citados no levantamento negam qualquer irregularidade e afirmam que os repasses direcionados a eles eram para publicidades de campanhas do clube. Já as passagens fornecidas pelo Bahia eram resultado de uma troca de publicidade nos rádios. “Para anunciar, eles pagam. Quando não pagavam com dinheiro, faziam com passagens. Isso é normal", relatou o radialista Jaílson Baraúna.





