Jornalista detalha investimentos que fez para virar motorista do Uber
Em relato à revista sãopaulo, o jornalista Luís Perez, que trabalhou por 13 anos na Folha e, atualmente, mantém um blog com seu nome no UOL,contou como virou motorista do Uber, empresa de tecnologia que atua com aplicativo de transporte individual.
Atualizado em 25/07/2016 às 14:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
o jornalista Luís Perez, que trabalhou por 13 anos na Folha e, atualmente, mantém um blog com seu nome no UOL, contou como virou motorista do Uber, empresa de tecnologia que atua com aplicativo de transporte individual.
Perez relata que nunca quis deixar de ser jornalista, uma vez que no novo ofício também seria possível conhecer boas histórias, mas precisava de um dinheiro extra e ficou "fascinado" pelo serviço. Crédito:Reprodução Jornalista conta experiência de atuar como motorista do Uber
"A maior motivação foi recomendação médica. 'Uberar' seria terapêutico, uma forma de exercer de maneira menos compromissada algo de que gosto, que é dirigir e conversar com pessoas diferentes, mas sobretudo fugir de balada, álcool e remédio", afirma.
Segundo o jornalista, não é necessário um grande investimento para ser Uber se o futuro motorista utilizar seu carro. Ele investiu em R$ 45 mil num Volkswagen Up!, que serviria para a categoria Uber X, a mais básica.
Além do veículo e do smartphone, há despesas, classificadas por ele como "mais burocráticas", como exame psicotécnico, segunda via da CNH, seguro para passageiro, suporte para celular, saco de balas, caixa com copos d'água e bolsa térmica.
Perez diz que é preciso ser estratégico e ir atrás de grandes eventos, como final de jogo no Allianz Parque. Ele também conta histórias, como a de uma senhora de 80 anos que desabafou sobre a luta do marido, que morreu há seis anos, contra o Alzheimer.
"Ao final da aventura [depois de três meses], realizei 96 viagens, com pontuação média de 4,86 (a dos principais parceiros é 4,84). Total faturado: R$ 1.201,61. Dá pra fazer uma graninha...", completa.
Perez relata que nunca quis deixar de ser jornalista, uma vez que no novo ofício também seria possível conhecer boas histórias, mas precisava de um dinheiro extra e ficou "fascinado" pelo serviço. Crédito:Reprodução Jornalista conta experiência de atuar como motorista do Uber
"A maior motivação foi recomendação médica. 'Uberar' seria terapêutico, uma forma de exercer de maneira menos compromissada algo de que gosto, que é dirigir e conversar com pessoas diferentes, mas sobretudo fugir de balada, álcool e remédio", afirma.
Segundo o jornalista, não é necessário um grande investimento para ser Uber se o futuro motorista utilizar seu carro. Ele investiu em R$ 45 mil num Volkswagen Up!, que serviria para a categoria Uber X, a mais básica.
Além do veículo e do smartphone, há despesas, classificadas por ele como "mais burocráticas", como exame psicotécnico, segunda via da CNH, seguro para passageiro, suporte para celular, saco de balas, caixa com copos d'água e bolsa térmica.
Perez diz que é preciso ser estratégico e ir atrás de grandes eventos, como final de jogo no Allianz Parque. Ele também conta histórias, como a de uma senhora de 80 anos que desabafou sobre a luta do marido, que morreu há seis anos, contra o Alzheimer.
"Ao final da aventura [depois de três meses], realizei 96 viagens, com pontuação média de 4,86 (a dos principais parceiros é 4,84). Total faturado: R$ 1.201,61. Dá pra fazer uma graninha...", completa.





