Jornalista desaparecido está sob custódia da polícia chinesa, informa jornal oficial
O jornalista chinês Jia Jia, desaparecido há uma semana quando iria tomar um avião com destino a Hong Kong, está sob custódia da polícia chinesa.
Atualizado em 21/03/2016 às 13:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
há uma semana quando iria tomar um avião com destino a Hong Kong, está sob custódia da polícia chinesa. A informação foi confirmada pelo jornal oficial Global Times no último domingo (20/3).
Crédito:Arquivo pessoal Jornalista foi detido quando tentava pegar voo pra Hong Kong
De acordo com a EFE, parentes e amigos do profissional temiam a possibilidade de que ele estivesse detido por autoridades do país após uma carta em que ele pedia a renúncia do presidente chinês, Xi Jinping.
O documento chegou a ser publicado no portal Wujie News, ligado ao governo, no último dia 4 de março, véspera do início da sessão anual do plenário do Legislativo chinês, mas foi retirado do ar pouco depois.
Ao saber da divulgação da carta, Jia teria entrado em contato com o diretor-executivo do portal, Ouyang Hongliang. As autoridades encarregadas em censurar o conteúdo na internet no país interrogaram Ouyang. Ele teria comentado que tomou conhecimento da carta por meio do jornalista, que logo depois também foi interrogado.
Jia Jia, que trabalhou como editor e colunista para vários veículos do país, é conhecido dos meios de comunicação locais. Ao citar o advogado do jornalista, o Global Times apenas informou que ele foi detido na terça (15/3), no aeroporto internacional de Pequim.
Crédito:Arquivo pessoal Jornalista foi detido quando tentava pegar voo pra Hong Kong
De acordo com a EFE, parentes e amigos do profissional temiam a possibilidade de que ele estivesse detido por autoridades do país após uma carta em que ele pedia a renúncia do presidente chinês, Xi Jinping.
O documento chegou a ser publicado no portal Wujie News, ligado ao governo, no último dia 4 de março, véspera do início da sessão anual do plenário do Legislativo chinês, mas foi retirado do ar pouco depois.
Ao saber da divulgação da carta, Jia teria entrado em contato com o diretor-executivo do portal, Ouyang Hongliang. As autoridades encarregadas em censurar o conteúdo na internet no país interrogaram Ouyang. Ele teria comentado que tomou conhecimento da carta por meio do jornalista, que logo depois também foi interrogado.
Jia Jia, que trabalhou como editor e colunista para vários veículos do país, é conhecido dos meios de comunicação locais. Ao citar o advogado do jornalista, o Global Times apenas informou que ele foi detido na terça (15/3), no aeroporto internacional de Pequim.





