Jornalista da New Yorker, que defende 'Occupy', é criticado por palestras em banco
O jornalista Malcolm Gladwell, da revista The New Yorker, foi chamado para ministrar palestra sobre pequenos negócios a executivos do Bank of America, que procuram ampliar sua atuação neste mercado, noticia a Folha de S.
Atualizado em 18/11/2011 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
revista The New Yorker , foi chamado para ministrar palestra sobre pequenos negócios a executivos do Bank of America, que procuram ampliar sua atuação neste mercado, noticia a Folha de S.Paulo.
Autor de livros de negócios e carreira, como "O ponto da Virada" e "Fora de Série: Outliers", Gladwell frequentemente realiza palestras em eventos corporativos.
Desta vez, porém, foi criticado por colegas de profissão, que acreditam que ele ultrapassou os limites éticos ao oferecer orientação a um banco. Segundo o site , Gladwell expressou publicamente seu apoio ao movimento "Ocupe Wall Street", que luta contra a ganância no sistema financeiro.
Procurado pelo Atlantic, o jornalista se disse surpreso com a divulgação de sua palestra por meio de um release lançado na última quarta-feira (16). Gladwell explicou que havia falado em um evento em Los Angeles, patrocinado pelo Bank of America, e que foi chamado posteriormente para repetir o discurso e realizar mais algumas outras palestras. "Esta foi a extensão de tudo isso. Nada diferente de qualquer outro compromisso como palestrante. Não me foi pedido para fazer nada além disso e eu acredito que seja apenas isso".
O colunista da New Yorker discorda que tenha infringido algum principio ético do jornalismo. "Eu não faço consultoria, não dou conselhos, não colaboro ou promovo", mas reconhece que suas duas funções - a de jornalista e a de palestrante pago - podem "entrar em conflito, como é o caso quando se deve servir dois diferentes círculos".
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Autor de livros de negócios e carreira, como "O ponto da Virada" e "Fora de Série: Outliers", Gladwell frequentemente realiza palestras em eventos corporativos.
Desta vez, porém, foi criticado por colegas de profissão, que acreditam que ele ultrapassou os limites éticos ao oferecer orientação a um banco. Segundo o site , Gladwell expressou publicamente seu apoio ao movimento "Ocupe Wall Street", que luta contra a ganância no sistema financeiro.
Procurado pelo Atlantic, o jornalista se disse surpreso com a divulgação de sua palestra por meio de um release lançado na última quarta-feira (16). Gladwell explicou que havia falado em um evento em Los Angeles, patrocinado pelo Bank of America, e que foi chamado posteriormente para repetir o discurso e realizar mais algumas outras palestras. "Esta foi a extensão de tudo isso. Nada diferente de qualquer outro compromisso como palestrante. Não me foi pedido para fazer nada além disso e eu acredito que seja apenas isso".
O colunista da New Yorker discorda que tenha infringido algum principio ético do jornalismo. "Eu não faço consultoria, não dou conselhos, não colaboro ou promovo", mas reconhece que suas duas funções - a de jornalista e a de palestrante pago - podem "entrar em conflito, como é o caso quando se deve servir dois diferentes círculos".
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