Jornalista da Folha se livra de prestar depoimento à CPI dos Grampos
Jornalista da Folha se livra de prestar depoimento à CPI dos Grampos
Jornalista da Folha se livra de prestar depoimento à CPI dos Grampos
A jornalista Andréa Michael, do jornal Folha de S.Paulo , se livrou de prestar depoimento à CPI dos Grampos a respeito da matéria produzida por ela sobre a Operação Satiagraha, da Polícia Federal (PF), que levou à prisão do banqueiro Daniel Dantas, informou a Agência Brasil.
Na última terça-feira (4), durante uma reunião, a Comissão Parlamentar de Inquérito de Escutas Telefônicas Clandestinas da Câmara retirou nove dos 23 requerimentos que constavam na pauta, entre os quais estava aquele que propunha a convocação da jornalista. A retirada do pedido de convocação da profissional de imprensa foi feita sob o argumento da preservação da fonte que teria passado as informações. Na ocasião, também foi adiada para esta quarta-feira (05) a votação de outros oito requerimentos considerados polêmicos.
Entre as propostas aprovadas estão a convocação de várias personalidades para prestar esclarecimentos acerca de interceptações telefônicas ilegais. Mauro Marcelo de Lima e Silva, chefe da Divisão de Cartas Precatórias da Polícia de São Paulo e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), foi intimado a depor na condição de testemunha.
O diretor da Secretaria de Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, também deverá prestar informações sobre escutas telefônicas clandestinas, assim como os delegados da Polícia Federal William Marcel Morad e Rômulo Berreto. Outro requerimento aprovado solicita informações da Anatel sobre equipamentos nacionais ou importados para escutas telefônicas.
Nesta quarta-feira (5), devem ser votados os requerimentos que tratam da convocação do diretor da Abin, Paulo Lacerda, para prestar esclarecimentos sobre a suposta interferência do chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, na agência em relação às investigações sobre o banqueiro Daniel Dantas; e o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh para prestar informações sobre possíveis escutas ilegais relacionadas às suas atividades profissionais.
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