Jornalista cubano é morto a tiros no Rio de Janeiro (RJ)
Jornalista cubano é morto a tiros no Rio de Janeiro (RJ)
Atualizado em 02/02/2011 às 10:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista e presidente da Sociedade de Ifá e Cultura Afro-Cubana no Brasil, Rafael Zamora Diaz, de 51 anos, foi morto a tiros na noite da última terça-feira (01/02), na zona sul do Rio de Janeiro (RJ). Diaz era cubano e morava no Brasil há 20 anos.
O profissional de imprensa foi abordado pelo assassino enquanto estacionava seu carro. O criminoso efetuou diversos disparos e fugiu do local. Segundo informações de um policial, Diaz teria sido atingido por sete tiros de pistola, de acordo com O Dia Online.
Segundo informações do portal Ig, a Divisão de Homicídios da polícia do Rio, responsável pelas investigações do caso, investiga a hipóteses de o crime ter motivação passional. Familiares do jornalista declararam às autoridades que Diaz mantinha um relacionamento com uma mulher casada.
O irmão do jornalista, Clemente Zamora, declarou à polícia que, há cerca de um ano, Diaz recebia ameaças por telefone ou pela internet de um homem que teria descoberto o romance entre ele e a mulher casada. O advogado da vítima afirmou que o caso foi protocolado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no Ministério Público (MP), no gabinete da deputada estadual Cidinha Campos (PDT) e na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Porém, Diaz respondia processo por porte de munição de arma de fogo, que estaria sob segredo de Justiça. O jornalista era praticante do Ifã, religião de origem africana que trabalha com as energias da natureza e que é semelhante ao Candomblé.
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O profissional de imprensa foi abordado pelo assassino enquanto estacionava seu carro. O criminoso efetuou diversos disparos e fugiu do local. Segundo informações de um policial, Diaz teria sido atingido por sete tiros de pistola, de acordo com O Dia Online.
Segundo informações do portal Ig, a Divisão de Homicídios da polícia do Rio, responsável pelas investigações do caso, investiga a hipóteses de o crime ter motivação passional. Familiares do jornalista declararam às autoridades que Diaz mantinha um relacionamento com uma mulher casada.
O irmão do jornalista, Clemente Zamora, declarou à polícia que, há cerca de um ano, Diaz recebia ameaças por telefone ou pela internet de um homem que teria descoberto o romance entre ele e a mulher casada. O advogado da vítima afirmou que o caso foi protocolado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), no Ministério Público (MP), no gabinete da deputada estadual Cidinha Campos (PDT) e na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Porém, Diaz respondia processo por porte de munição de arma de fogo, que estaria sob segredo de Justiça. O jornalista era praticante do Ifã, religião de origem africana que trabalha com as energias da natureza e que é semelhante ao Candomblé.
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