Jornalista companheira de correspondente do “Washington Post” é libertada no Irã
Jason Rezaian segue preso há mais de dois meses na região. A jornalista Yeganeh Salehi, no entanto, foi libertada pelas autoridades do país.
Atualizado em 06/10/2014 às 16:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta segunda-feira (6/10), a jornalista iraniana Yeganeh Salehi foi libertada pelas autoridades da região sob fiança. No entanto, o marido dela segue preso. Correspondente do Washington Post , Jason Rezaian foi detido junto com sua mulher. A justificativa para a prisão de ambos segue sem versão oficial, mas mencionam malfeitos como motivação para a atuação governamental.
Crédito:Reprodução Jason Rezaian (esq.) continua preso; Yeganeh Salehi foi libertada sob fiança
Segundo a AFP, a jornalista produz materiais para um jornal dos Emirados Árabes, o The National . Ao Post , o cunhado da jornalista afirmou que os dois passam bem. Há dois meses preso, Rezaian atua como enviado especial do veículo norte-americano em Teerã, capital e principal cidade do Irã.
O diretor-geral do departamento de meios de comunicação estrangeiros no ministério iraniano da Cultura, Mohamad Kushesh, afirmou aguardar uma nova definição sobre o caso. "Esperamos que Jason Rezaian seja libertado em breve", acrescentou. O executivo disse que sua pasta está fazendo o possível para que Rezaian também seja libertado, embora tal decisão não esteja em sua alçada.
"Estamos convencidos de que Jason não cometeu nenhum crime, e rezamos para que o governo iraniano chegue à mesma conclusão e o liberte também", disse um dos familiares de Yeganeh. Até hoje, a prisão dos jornalistas ainda não foi esclarecida. No dia 22 de junho, ambos foram detidos na região. As primeiras informações sobre o caso foram divulgadas por membros do próprio governo.
Um funcionário do poder judiciário mencionou "atividades dos inimigos (do Irã) e de seus agentes" ao justificar a atitude das forças iranianas. Em meados de agosto, outro declarou que os repórteres foram detidos por uma questão vinculada à segurança nacional do Irã. No mesmo mês, um jornal dito conservador declara que uma suposta espionagem motivou a ação das forças iranianas neste caso.
Abordados na ação policial que prendeu os jornalistas, uma fotógrafa iraniano-americana e seu marido já foram libertados. A República Islâmica não reconhece a dupla nacionalidade e por isso rejeitou os apelos do Departamento de Estado americano sobre Rezaian e dos que foram detidos junto com ele
Crédito:Reprodução Jason Rezaian (esq.) continua preso; Yeganeh Salehi foi libertada sob fiança
Segundo a AFP, a jornalista produz materiais para um jornal dos Emirados Árabes, o The National . Ao Post , o cunhado da jornalista afirmou que os dois passam bem. Há dois meses preso, Rezaian atua como enviado especial do veículo norte-americano em Teerã, capital e principal cidade do Irã.
O diretor-geral do departamento de meios de comunicação estrangeiros no ministério iraniano da Cultura, Mohamad Kushesh, afirmou aguardar uma nova definição sobre o caso. "Esperamos que Jason Rezaian seja libertado em breve", acrescentou. O executivo disse que sua pasta está fazendo o possível para que Rezaian também seja libertado, embora tal decisão não esteja em sua alçada.
"Estamos convencidos de que Jason não cometeu nenhum crime, e rezamos para que o governo iraniano chegue à mesma conclusão e o liberte também", disse um dos familiares de Yeganeh. Até hoje, a prisão dos jornalistas ainda não foi esclarecida. No dia 22 de junho, ambos foram detidos na região. As primeiras informações sobre o caso foram divulgadas por membros do próprio governo.
Um funcionário do poder judiciário mencionou "atividades dos inimigos (do Irã) e de seus agentes" ao justificar a atitude das forças iranianas. Em meados de agosto, outro declarou que os repórteres foram detidos por uma questão vinculada à segurança nacional do Irã. No mesmo mês, um jornal dito conservador declara que uma suposta espionagem motivou a ação das forças iranianas neste caso.
Abordados na ação policial que prendeu os jornalistas, uma fotógrafa iraniano-americana e seu marido já foram libertados. A República Islâmica não reconhece a dupla nacionalidade e por isso rejeitou os apelos do Departamento de Estado americano sobre Rezaian e dos que foram detidos junto com ele





