Jornalista colombiano cria escola de Jornalismo no Camboja para jovens carentes
Jornalista colombiano cria escola de Jornalismo no Camboja para jovens carentes
Atualizado em 23/11/2010 às 13:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista colombiano Albeiro Rodas criou uma escola no Camboja que ensina jornalismo a jovens carentes de 18 a 24 anos. O país, que aparece em 128º na mundial de liberdade de expressão da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF), enfrenta restrições ao trabalho da imprensa: entre março de 2009 e março de 2010, 24 jornalistas foram detidos, após acusações feitas por membros do governo, da polícia e do Exército, envolvidos em casos de corrupção divulgados pela mídia local.
De acordo com a agência EFE, os alunos aprendem conceitos básicos e a utilizar recursos técnicos, como computadores e, até mesmo, redes sociais. "O objetivo é que depois possam arrumar um trabalho", disse Rodas. O projeto, que começou em 2007, fazia parte do currículo da escola Don Bosco de Sihanoukville. "Não era um projeto fácil. A maioria dos jovens cambojanos quer estudar administração ou informática. Poucos pensam no jornalismo", informou o colombiano.
Para alguns estudantes, o jornalismo passou a ser visto como uma oportunidade de superar a pobreza e os conflitos do país. "Aqui há muitas situações trágicas como minas antipessoais, prostituição infantil e pobreza. A comunicação precisa ajudar a melhorar essa realidade e, para isso, são necessários repórteres para denunciá-las", disse o jornalista.
A escola tem como objetivo formar profissionais de comunicação que retratem a realidade social do Camboja e que possam contribuir para melhorar o nível de liberdade de imprensa no país. Quase todos os alunos formados pelo curso estão empregados nas redações de jornais, atuando como cinegrafistas de TV, ou em escritórios de comunicação de ONGs. A instituição de ensino possui dois estúdios de rádio, uma sala de TV e uma espécie de laboratório de informática com acesso à Internet.
Um aluno da instituição, Sochett, declarou que só conseguiu estudar jornalismo pelo fato de poder morar no alojamento do local, pois não teria condições financeiras para custear seus estudos. "Temos uma boa oportunidade. Não acho que teria estudado jornalismo de outra forma".
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De acordo com a agência EFE, os alunos aprendem conceitos básicos e a utilizar recursos técnicos, como computadores e, até mesmo, redes sociais. "O objetivo é que depois possam arrumar um trabalho", disse Rodas. O projeto, que começou em 2007, fazia parte do currículo da escola Don Bosco de Sihanoukville. "Não era um projeto fácil. A maioria dos jovens cambojanos quer estudar administração ou informática. Poucos pensam no jornalismo", informou o colombiano.
Para alguns estudantes, o jornalismo passou a ser visto como uma oportunidade de superar a pobreza e os conflitos do país. "Aqui há muitas situações trágicas como minas antipessoais, prostituição infantil e pobreza. A comunicação precisa ajudar a melhorar essa realidade e, para isso, são necessários repórteres para denunciá-las", disse o jornalista.
A escola tem como objetivo formar profissionais de comunicação que retratem a realidade social do Camboja e que possam contribuir para melhorar o nível de liberdade de imprensa no país. Quase todos os alunos formados pelo curso estão empregados nas redações de jornais, atuando como cinegrafistas de TV, ou em escritórios de comunicação de ONGs. A instituição de ensino possui dois estúdios de rádio, uma sala de TV e uma espécie de laboratório de informática com acesso à Internet.
Um aluno da instituição, Sochett, declarou que só conseguiu estudar jornalismo pelo fato de poder morar no alojamento do local, pois não teria condições financeiras para custear seus estudos. "Temos uma boa oportunidade. Não acho que teria estudado jornalismo de outra forma".
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