Yasna Mussa, correspondente do jornal chileno El Desconcierto , foi mantida presa durante 10 horas em Israel enquanto cobria os bombardeios à Faixa de Gaza. As autoridades deram voz de prisão quando, após abrir seu passaporte, viram que a jornalista tem sobrenome árabe.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista foi interrogada por ter sobrenome árabe
"Eles insistiam que eu estava escondendo informações e basearam a decisão de me prender nisso", declarou Yasna ao site Aeronotícias. A jornalista é descendente de palestinos e disse ter sofrido preconceito por parte das autoridades israelenses antes de ser deportada.
Uma oficial do exército chegou a dizer a Yasna, que ali ela "não tinha direitos". A jornalista afirmou ainda que outros colegas também tiveram de passar por longos interrogatórios apenas por possuir sobrenome de origem árabe. A Câmara dos Deputados do Chile encaminhou uma nota de repúdio ao governo de Israel pela discriminação sofrida pelos profissionais de imprensa.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista foi interrogada por ter sobrenome árabe
"Eles insistiam que eu estava escondendo informações e basearam a decisão de me prender nisso", declarou Yasna ao site Aeronotícias. A jornalista é descendente de palestinos e disse ter sofrido preconceito por parte das autoridades israelenses antes de ser deportada.
Uma oficial do exército chegou a dizer a Yasna, que ali ela "não tinha direitos". A jornalista afirmou ainda que outros colegas também tiveram de passar por longos interrogatórios apenas por possuir sobrenome de origem árabe. A Câmara dos Deputados do Chile encaminhou uma nota de repúdio ao governo de Israel pela discriminação sofrida pelos profissionais de imprensa.


