Jornalista chamado de "palhaço" por Joaquim Barbosa busca reparação na Justiça
À época, ele trabalhava no jornal O Estado de S. Paulo, dedicado à cobertura do STF
Atualizado em 04/09/2014 às 09:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista Felipe Recondo decidiu entrar com pedido de reparação por danos morais contra o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa na Justiça Comum. A ação foi distribuída para a 15ª Vara Cível de Brasília (DF).
Crédito:Agência Brasil Jornalista foi chamado de palhaço pelo ex-ministro Joaquim Barbosa
Em março de 2013, Barbosa ofendeu Recondo chamando-o de "palhaço" à saída do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao se irritar com a abordagem do jornalista, o ministro sugeriu que ele fosse "chafurdar no lixo". À época, o repórter trabalhava no jornal O Estado de S. Paulo , dedicado à cobertura do STF.
A atitude ocorreu após o Estadão requerer, via Lei de Acesso à Informação, dados sobre despesas com recursos públicos de ministros da Corte com passagens aéreas, reformas de apartamentos funcionais e gastos com saúde. Na ocasião, Barbosa pediu desculpas por meio de nota e atribuiu a conduta ao cansaço e fortes dores na coluna após uma sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com o Brasil 247, o repórter resolveu entrar com o processo porque acredita que "nenhum agente público, seja de que Poder for, pode agredir alguém e não responder por seus atos".
Além da agressão, o ministro promoveu perseguição funcional à esposa de Recondo, Adriana Leineker Costa, funcionária efetiva do Tribunal de Justiça do Distrito Federal cedida à época ao STF. Barbosa pediu a dispensa dela ao então vice Ricardo Lewandowski ao considerar a presença dela como "antiética" por se tratar de esposa de "um setorista do jornal O Estado de S. Paulo no STF".
Crédito:Agência Brasil Jornalista foi chamado de palhaço pelo ex-ministro Joaquim Barbosa
Em março de 2013, Barbosa ofendeu Recondo chamando-o de "palhaço" à saída do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao se irritar com a abordagem do jornalista, o ministro sugeriu que ele fosse "chafurdar no lixo". À época, o repórter trabalhava no jornal O Estado de S. Paulo , dedicado à cobertura do STF.
A atitude ocorreu após o Estadão requerer, via Lei de Acesso à Informação, dados sobre despesas com recursos públicos de ministros da Corte com passagens aéreas, reformas de apartamentos funcionais e gastos com saúde. Na ocasião, Barbosa pediu desculpas por meio de nota e atribuiu a conduta ao cansaço e fortes dores na coluna após uma sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com o Brasil 247, o repórter resolveu entrar com o processo porque acredita que "nenhum agente público, seja de que Poder for, pode agredir alguém e não responder por seus atos".
Além da agressão, o ministro promoveu perseguição funcional à esposa de Recondo, Adriana Leineker Costa, funcionária efetiva do Tribunal de Justiça do Distrito Federal cedida à época ao STF. Barbosa pediu a dispensa dela ao então vice Ricardo Lewandowski ao considerar a presença dela como "antiética" por se tratar de esposa de "um setorista do jornal O Estado de S. Paulo no STF".





