Jornalista catarinense recebe carta do Papa Francisco após enviar bilhete a ele em 2013

O jornalista catarinense Murilo Medeiros, de 22 anos, recebeu uma carta escrita pelo Papa Francisco em resposta a um bilhete que e

Atualizado em 15/01/2015 às 15:01, por Redação Portal IMPRENSA.

O jornalista catarinense Murilo Medeiros, de 22 anos, recebeu uma carta escrita pelo Papa Francisco em resposta a um bilhete que ele enviou ao pontífice durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em 2013, no Rio de Janeiro. Segundo o portal G1 local, o jovem está surpreso e feliz com o retorno.
Crédito:Divulgação Papa Francisco respondeu bilhete de jornalista catarinense A mensagem chegou a Medeiros no dia 26 de dezembro de 2014, meses após ter sido enviada a ele. Na primeira tentativa, a mensagem foi para Laguna, em Santa Catarina, pois a cidade do jovem, Pescaria Brava, recém criada, ainda não tem agência dos Correios. Como ninguém pegou a correspondência, a carta voltou para o Vaticano. Na segunda, a carta foi enviada por representantes da Igreja.
A aproximação de Medeiros com a Igreja começou na época de faculdade. Ele sua monografia, ele analisou o discurso sobre a renúncia do Papa Bento XVI. Em seguida, foi selecionado como voluntário da JMJ, momento em que teve a ideia de se comunicar com o pontífice e escrever a carta.
Ao G1, o jovem contou que na carta escrita em português ele falou um pouco de sua história e família, pediu muita benção e destacou que estava feliz por tê-lo no Brasil e por participar da JMJ. A mensagem foi entregue a um assessor do pontífice por um índio que havia sido selecionada para falar com ele. Medeiros aguardava "ansioso" a resposta.
Mais de um ano depois, Medeiros recebeu a resposta. A carta veio com a assinatura de um assessor do Vaticano e com palavras do próprio Papa Francisco acompanhada de dois cartões, um assinado por ele. No texto, o pontífice concede a benção apostólica e descreve a importância de ser uma pessoa feliz e a felicidade que sente em estar com o povo brasileiro.
"Poder compartilhar isso com as pessoas é muito bom. Um testemunho de humildade de Francisco nos motiva e anima e é isso que tento passar: humildade com o gesto recebido. A resposta da carta só nos faz acreditar que é possível uma igreja mais aberta ao seu povo", disse.