Jornalista britânico enfrenta julgamento por comprar informações de policial
Vince Soodin, do "The Sun", pagou 500 euros a um agente da polícia para conseguir informação privilegiada.
Atualizado em 02/10/2014 às 16:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quarta-feira (1/10), o jornalista Vince Soodin, do The Sun , passou por seu primeiro julgamento por "conspiração para corromper o serviço público". O repórter é acusado de pagar 500 euros a um policial para conseguir informações privilegiadas. O júri, porém, não conseguiu definir uma sentença.
Crédito:Divulgação Vince Soodin é acusado de pagar policial para obter informações privilegiadas
No Reino Unido, uma condenação só pode ser efetivada quando todos os membros do júri concordam com a culpa ou inocência de um acusado. No caso de Soodin, os jurados não conseguiram chegar a um veredito unânime. Segundo o The Guardian , o juiz suspendeu o caso e um novo julgamento será marcado.
Em 2010, Soodin foi flagrado trocando e-mails com um policial, que se passava por um informante com o nome fictício "Mike". Após oferecer a notícia de um jovem que havia sido mordido por uma raposa durante uma festa de aniversário, o investigador ainda tentou negociar o preço da informação, pedindo 750 euros. Em sua defesa, o jornalista disse apenas que a prática era autorizada por seus superiores.
Crédito:Divulgação Vince Soodin é acusado de pagar policial para obter informações privilegiadas
No Reino Unido, uma condenação só pode ser efetivada quando todos os membros do júri concordam com a culpa ou inocência de um acusado. No caso de Soodin, os jurados não conseguiram chegar a um veredito unânime. Segundo o The Guardian , o juiz suspendeu o caso e um novo julgamento será marcado.
Em 2010, Soodin foi flagrado trocando e-mails com um policial, que se passava por um informante com o nome fictício "Mike". Após oferecer a notícia de um jovem que havia sido mordido por uma raposa durante uma festa de aniversário, o investigador ainda tentou negociar o preço da informação, pedindo 750 euros. Em sua defesa, o jornalista disse apenas que a prática era autorizada por seus superiores.





