Jornalista britânica protesta contra prisão de colegas no Egito; detenção completa um ano
A jornalista britânica da al-Jazeera Sue Turton pediu ao governo egípcio para libertar os jornalistas Peter Greste, Baher Mohammed e Mohammed Fahmy, presos sob a acusação de terrorismo há um ano.
Atualizado em 30/12/2014 às 15:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Sue Turton, pediu ao governo egípcio que liberte os jornalistas Peter Greste, Baher Mohammed e Mohammed Fahmy, presos sob a acusação de terrorismo há um ano.
Crédito:Reprodução Faz um ano que jornalistas foram detidos no Egito
Segundo o Guardian, o protesto foi feito em frente à embaixada egípcia em Londres, na última segunda-feira (29/12), data que marcou um ano da prisão dos profissionais. "A mensagem é 'basta'. Nossos rapazes já estiveram presos por 365 dias. Nós estávamos fazendo o que todos os outros jornalistas no Cairo também estavam tentando fazer", disse Sue.
Cerca de 50 manifestantes foram detidos com cartazes que continham mensagens como: "Livre-os agora" e "Jornalismo não é um crime", muitos também estavam com os pulsos algemados ou com fita adesiva sobre a boca.
Fahmy e Greste foram presos no Marriott hotel no Cairo, em 29 de dezembro do ano passado, pela polícia, que invadiu a sua suíte de escritório. Mohammed foi levado de sua casa mais tarde no mesmo dia. Eles foram acusados pelo governo egípcio de ajudar com plataforma e equipamentos de mídia a Irmandade Muçulmana, grupo declarado pelo governo como organização terrorista em 2013.
Em junho, Greste e Fahmy receberam penas de sete anos e Mohammed de 10 anos. Outros três jornalistas estrangeiros, incluindo Sue, foram condenados a uma década fora do país.
Crédito:Reprodução Faz um ano que jornalistas foram detidos no Egito
Segundo o Guardian, o protesto foi feito em frente à embaixada egípcia em Londres, na última segunda-feira (29/12), data que marcou um ano da prisão dos profissionais. "A mensagem é 'basta'. Nossos rapazes já estiveram presos por 365 dias. Nós estávamos fazendo o que todos os outros jornalistas no Cairo também estavam tentando fazer", disse Sue.
Cerca de 50 manifestantes foram detidos com cartazes que continham mensagens como: "Livre-os agora" e "Jornalismo não é um crime", muitos também estavam com os pulsos algemados ou com fita adesiva sobre a boca.
Fahmy e Greste foram presos no Marriott hotel no Cairo, em 29 de dezembro do ano passado, pela polícia, que invadiu a sua suíte de escritório. Mohammed foi levado de sua casa mais tarde no mesmo dia. Eles foram acusados pelo governo egípcio de ajudar com plataforma e equipamentos de mídia a Irmandade Muçulmana, grupo declarado pelo governo como organização terrorista em 2013.
Em junho, Greste e Fahmy receberam penas de sete anos e Mohammed de 10 anos. Outros três jornalistas estrangeiros, incluindo Sue, foram condenados a uma década fora do país.





