Jornalista britânica é encontrada morta em aeroporto da Turquia
A jornalista Jacqueline Sutton, 50, que prestava serviços para a BBC e para a Organização das Nações Unidas (ONU), foi encontrada morta no aeroporto de Ataturk, na Turquia.
Atualizado em 19/10/2015 às 10:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
prestava serviços para a BBC e para a Organização das Nações Unidas (ONU), foi encontrada morta no aeroporto de Ataturk, na Turquia. O jornal local Hürriyet informou que ela estava a caminho da cidade iraquiana de Irbil.
Crédito:reprodução/ Facebook Jacqueline foi encontrada morta no aeroporto de Ataturk, na Turquia. De acordo com o Guardian , ainda não está claro o motivo da morte de Jacqueline. Algumas publicações noticiaram um possível suicídio, mas colegas da jornalista solicitaram uma investigação internacional.
A repórter, que falava cinco idiomas, estudava para obter um PhD no Centro de Estudos Árabes e Islâmicos na Universidade Nacional da Austrália. A pesquisa serviu de apoio para profissionais de mídia no Iraque e Afeganistão.
Um dos professores do Centro, Amin Saikal, disse que os funcionários da universidade ficaram "profundamente entristecidos e chocados com a morte trágica de uma das suas brilhantes alunas de doutorado".
"Muito difícil acreditar que minha colega e viajante experiente Jacky Sutton cometeu suicídio", desabafou Sudipto Mukerjee, um dos diretores do programa de desenvolvimento das Nações Unidas.
O Ministério das Relações Exteriores confirmou que presta assistência à família da jornalista. O órgão, entretanto, não deu detalhes sobre a morte. Jacqueline também atuava como diretora no Instituto de Informações sobre a Paz e a Guerra (IWPR, na sigla em inglês).
Crédito:reprodução/ Facebook Jacqueline foi encontrada morta no aeroporto de Ataturk, na Turquia. De acordo com o Guardian , ainda não está claro o motivo da morte de Jacqueline. Algumas publicações noticiaram um possível suicídio, mas colegas da jornalista solicitaram uma investigação internacional.
A repórter, que falava cinco idiomas, estudava para obter um PhD no Centro de Estudos Árabes e Islâmicos na Universidade Nacional da Austrália. A pesquisa serviu de apoio para profissionais de mídia no Iraque e Afeganistão.
Um dos professores do Centro, Amin Saikal, disse que os funcionários da universidade ficaram "profundamente entristecidos e chocados com a morte trágica de uma das suas brilhantes alunas de doutorado".
"Muito difícil acreditar que minha colega e viajante experiente Jacky Sutton cometeu suicídio", desabafou Sudipto Mukerjee, um dos diretores do programa de desenvolvimento das Nações Unidas.
O Ministério das Relações Exteriores confirmou que presta assistência à família da jornalista. O órgão, entretanto, não deu detalhes sobre a morte. Jacqueline também atuava como diretora no Instituto de Informações sobre a Paz e a Guerra (IWPR, na sigla em inglês).





