Jornalista brasileira relata terror de atentado no metrô de Bruxelas
Há 20 anos morando em Bruxelas, capital da Bélgica, a jornalista brasileira Samla Rosa usou seu perfil no Facebook para relat
Atualizado em 22/03/2016 às 15:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Há 20 anos morando em Bruxelas, capital da , a jornalista brasileira Samla Rosa usou seu perfil no para relatar a experiência de ter visto um atentado terrorista de perto.
Ela estava dentro do metrô que sofreu o atentado nesta terça-feira (22/3) no centro da capital, que deixou muitos feridos e 34 mortos. Por sorte, ela estava em um vagão à frente de onde estourou a bomba.
Crédito:Reprodução/Samla Rosa Jornalista descreveu tensão de atentado na Bélgica
Na rede social, ele contou os momentos de pavor ao lado de outros passageiros. "Tudo se passou muito rápido. A explosão foi surda e só nos demos conta que estávamos no meio de um atentado quando os vidros das janelas caíram sobre nossas cabeças e vimos fogo do lado de fora do trem, além de trilhos destruídos. Alguns gritaram de pânico: 'é um atentado terrorista'. Eu e as pessoas sentadas à minha frente nos deitamos no chão e nos abraçamos. Tínhamos medo de outra explosão e estávamos certos de que íamos morrer".
Segundo ela, uma pessoa alertou que deveriam sair do trem para não serem sufocados pela fumaça. Os passageiros precisaram pular a janela do trem, "protegendo o nariz para não respirar aquele ar sufocante", pois as portas estavam bloqueadas.
"Quando saí dei-me conta que haviam muitos feridos, os outros vagões de trás do nosso estavam destruídos... a esta altura, a fumaça já havia tomado tudo", relembra.
A jornalista destacou a solidariedade entre a pessoas no momento de tensão."A solidariedade nessa hora é imensa. Um abraça o outro. Eu agarrei uma moça que estava queimada no rosto e chorava muito. Ela não conseguia sair do lugar. Eu amparei-a e falei: vamos sair, não vamos morrer. Deixei-a nas mãos dos paramédicos ao lado de fora e espero que ela um dia consiga ter uma vida normal".
Ela estava dentro do metrô que sofreu o atentado nesta terça-feira (22/3) no centro da capital, que deixou muitos feridos e 34 mortos. Por sorte, ela estava em um vagão à frente de onde estourou a bomba.
Crédito:Reprodução/Samla Rosa Jornalista descreveu tensão de atentado na Bélgica
Na rede social, ele contou os momentos de pavor ao lado de outros passageiros. "Tudo se passou muito rápido. A explosão foi surda e só nos demos conta que estávamos no meio de um atentado quando os vidros das janelas caíram sobre nossas cabeças e vimos fogo do lado de fora do trem, além de trilhos destruídos. Alguns gritaram de pânico: 'é um atentado terrorista'. Eu e as pessoas sentadas à minha frente nos deitamos no chão e nos abraçamos. Tínhamos medo de outra explosão e estávamos certos de que íamos morrer".
Segundo ela, uma pessoa alertou que deveriam sair do trem para não serem sufocados pela fumaça. Os passageiros precisaram pular a janela do trem, "protegendo o nariz para não respirar aquele ar sufocante", pois as portas estavam bloqueadas.
"Quando saí dei-me conta que haviam muitos feridos, os outros vagões de trás do nosso estavam destruídos... a esta altura, a fumaça já havia tomado tudo", relembra.
A jornalista destacou a solidariedade entre a pessoas no momento de tensão."A solidariedade nessa hora é imensa. Um abraça o outro. Eu agarrei uma moça que estava queimada no rosto e chorava muito. Ela não conseguia sair do lugar. Eu amparei-a e falei: vamos sair, não vamos morrer. Deixei-a nas mãos dos paramédicos ao lado de fora e espero que ela um dia consiga ter uma vida normal".





