Jornalista brasileira detida em protesto no Equador busca ajuda da CIDH e OEA
Após o Tribunal Provincial do Equador negar a apelação de proteção da jornalista e acadêmica brasileira Manuela Lavinas Picq, o advogado del
Atualizado em 16/10/2015 às 15:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após o Tribunal Provincial do Equador negar a apelação de proteção da jornalista e acadêmica brasileira , o advogado dela anunciou que apresentará o caso à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e à Organização dos Estados Americanos (OEA)
Crédito:Divulgação Jornalista quer retomar seus direitos constitucionais no Equador
De acordo com o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, o recurso de proteção foi solicitado pela repórter para compensar seus direitos constitucionais que, em sua opinião, foram violados depois de ser detida no Equador em agosto deste ano.
Manuela foi presa e agredida pela polícia durante um protesto contra o governo do presidente Rafael Correa em Quito. Ela retornou ao Rio de Janeiro (RJ) após ter seu visto cancelado pelo Ministério do Interior equatoriano.
A repórter foi atingida com golpes de cassetete e perdeu, durante algumas horas, a visão do olho esquerdo. Durante o ato, os policiais prenderam o marido de Manuela, o líder indígena Carlos Pérez Guartambél, presidente da Confederação Kichwa do Equador (Ecuarunari).
Ricardo Patiño, chanceler equatoriano, justificou a revogação do visto da jornalista, alegando que ela "estava desenvolvendo atividades políticas e estava no meio de uma atividade de violência e agressão ao patrimônio histórico de Quito".
Crédito:Divulgação Jornalista quer retomar seus direitos constitucionais no Equador
De acordo com o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, o recurso de proteção foi solicitado pela repórter para compensar seus direitos constitucionais que, em sua opinião, foram violados depois de ser detida no Equador em agosto deste ano.
Manuela foi presa e agredida pela polícia durante um protesto contra o governo do presidente Rafael Correa em Quito. Ela retornou ao Rio de Janeiro (RJ) após ter seu visto cancelado pelo Ministério do Interior equatoriano.
A repórter foi atingida com golpes de cassetete e perdeu, durante algumas horas, a visão do olho esquerdo. Durante o ato, os policiais prenderam o marido de Manuela, o líder indígena Carlos Pérez Guartambél, presidente da Confederação Kichwa do Equador (Ecuarunari).
Ricardo Patiño, chanceler equatoriano, justificou a revogação do visto da jornalista, alegando que ela "estava desenvolvendo atividades políticas e estava no meio de uma atividade de violência e agressão ao patrimônio histórico de Quito".





