Jornalista baiano é preso novamente acusado de extorsão
Jornalista baiano é preso novamente acusado de extorsão
Atualizado em 21/02/2011 às 13:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Acusado de pedir dinheiro aos empresários para não divulgar supostas denúncias contra eles, João Andrade Neto, criador e editor do site Pura Política, foi preso pela segunda vez, no último dia 15, em Salvador.
Segundo o Correio da Bahia, o acusado de extorsão é preso pela segunda vez,após determinação da Justiça. Em agosto de 2010, Neto foi preso em flagrante com R$ 2,4 mil em notas marcadas pela polícia, noticiou o jornal Bahia Notícias na época. Já havia outros relatos de extorsão nos meses anteriores, nos quais ele chegava a pedir até R$80 mil. Em um dos casos, o empresário Phillip Ribeiro, a quem pediu R$ 30 mil, armou uma emboscada e denunciou-o à polícia.
O site Pura Política saiu do ar logo em seguida. Na página inicial do site, porém, há uma mensagem, na qual Andrade Neto reclama de perseguição e agradece os leitores por acompanharem o site enquanto estava no ar:
"Essa decisão (de acabar com o site) se faz por motivos extremos de perseguição que sofre a pessoa de João e família, e também, por grandes problemas de saúde que João atravessa. O proprietário se desliga efetivamente das atividades ligadas à imprensa".
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Segundo o Correio da Bahia, o acusado de extorsão é preso pela segunda vez,após determinação da Justiça. Em agosto de 2010, Neto foi preso em flagrante com R$ 2,4 mil em notas marcadas pela polícia, noticiou o jornal Bahia Notícias na época. Já havia outros relatos de extorsão nos meses anteriores, nos quais ele chegava a pedir até R$80 mil. Em um dos casos, o empresário Phillip Ribeiro, a quem pediu R$ 30 mil, armou uma emboscada e denunciou-o à polícia.
O site Pura Política saiu do ar logo em seguida. Na página inicial do site, porém, há uma mensagem, na qual Andrade Neto reclama de perseguição e agradece os leitores por acompanharem o site enquanto estava no ar:
"Essa decisão (de acabar com o site) se faz por motivos extremos de perseguição que sofre a pessoa de João e família, e também, por grandes problemas de saúde que João atravessa. O proprietário se desliga efetivamente das atividades ligadas à imprensa".
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