Jornalista americana que se demitiu ao vivo por maconha explica decisão em novo vídeo
Charlo alegou que apenas queria promover um debate a favor da legalização da maconha no estado
Atualizado em 24/09/2014 às 12:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A jornalista Charlo Greene, que soltou um palavrão antes de se demitir ao vivo do canal de TV KTVA, do Alasca (EUA), no último domingo (21/9), alegou que apenas queria promover um debate a favor da legalização da maconha no Estado.
Crédito:Reprodução Jornalista explicou porque resolver pedir demissão ao vivo
Em novo vídeo, a repórter, cujo verdadeiro nome é Charlene Egby, pediu às pessoas favoráveis à legalização para conversarem com parentes e amigos para mostrar que "nós, fumantes de maconha, somos responsáveis".
No programa em que se demitiu, Charlene havia terminado de reportar uma notícia sobre o uso de maconha medicinal em Anchorage (Alasca), quando revelou que ela mesma era a proprietária do local.
"Dedicarei todas minhas forças em lutar pela liberdade e justiça, que começa por legalizar a maconha no Alasca. Para isso, não tenho mais alternativas do que deixar o programa. F***-se...estou indo embora", disse ao vivo.
Crédito:Reprodução Jornalista explicou porque resolver pedir demissão ao vivo
Em novo vídeo, a repórter, cujo verdadeiro nome é Charlene Egby, pediu às pessoas favoráveis à legalização para conversarem com parentes e amigos para mostrar que "nós, fumantes de maconha, somos responsáveis".
No programa em que se demitiu, Charlene havia terminado de reportar uma notícia sobre o uso de maconha medicinal em Anchorage (Alasca), quando revelou que ela mesma era a proprietária do local.
"Dedicarei todas minhas forças em lutar pela liberdade e justiça, que começa por legalizar a maconha no Alasca. Para isso, não tenho mais alternativas do que deixar o programa. F***-se...estou indo embora", disse ao vivo.
Após a atitude da repórter, a emissora americana divulgou um pedido de desculpas oficial. “Agradecemos por assistirem nossos noticiários, e terem certeza de que nossa missão é apresentar o tipo de informação que permite a vocês tomarem decisões embasadas sobre a comunidade na qual todos vivemos”, diz o documento.
Assista aos vídeos:





