Jornalista admite ter provocado "pânico e desordem" nos mercados de bolsa chineses
O jornalista chinês Wang Xiaolu, da revista Caijing, admitiu ter provocado "pânico e desordem" nas bolsas e causar "enormes p
Atualizado em 31/08/2015 às 10:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O chinês Wang Xiaolu, da revista Caijing , admitiu ter provocado "pânico e desordem" nas bolsas e causar "enormes perdas ao país", informaram meios de comunicação oficiais em Pequim no último domingo (30/9).
Crédito:Reprodução/ CCTV Jornalista assumiu ter provocado "pânico e desordem" com notícias sobre economia
Segundo a AFP, Xiaolu foi detido após a recente "tempestade bursátil chinesa" por divulgar notícias falsas sobre as ações e os mercados a prazo. Em artigo publicado em julho, Wang dizia que a autoridade de regulamentação dos valores mobiliários estudava a possibilidade de uma saída dos fundos públicos do mercado.
A Comissão Chinesa de Regulação dos Mercados Financeiros (CSRC) desmentiu as afirmações do jornalistas, classificando-as de "irresponsáveis". Em um comunicado pela internet, a revista Caijing informou que "defendia o direito dos jornalistas a fazer seu trabalho conforme a lei".
Wang Xiaolu disse que as "informações falsas" haviam "provocado pânico e desordem na bolsa, minando seriamente a confiança nos mercados e infligido enormes perdas ao país e aos investidores".
Crédito:Reprodução/ CCTV Jornalista assumiu ter provocado "pânico e desordem" com notícias sobre economia
Segundo a AFP, Xiaolu foi detido após a recente "tempestade bursátil chinesa" por divulgar notícias falsas sobre as ações e os mercados a prazo. Em artigo publicado em julho, Wang dizia que a autoridade de regulamentação dos valores mobiliários estudava a possibilidade de uma saída dos fundos públicos do mercado.
A Comissão Chinesa de Regulação dos Mercados Financeiros (CSRC) desmentiu as afirmações do jornalistas, classificando-as de "irresponsáveis". Em um comunicado pela internet, a revista Caijing informou que "defendia o direito dos jornalistas a fazer seu trabalho conforme a lei".
Wang Xiaolu disse que as "informações falsas" haviam "provocado pânico e desordem na bolsa, minando seriamente a confiança nos mercados e infligido enormes perdas ao país e aos investidores".





