Jornalista acusado de roubar documentos se recusa a comparecer à justiça do Vaticano
O jornalista italiano Gianluigi Nuzzi, autor do livro "Vía Crucis", que denuncia a corrupção na igreja católica, informou quenão comparecerá à justiça vaticana que apura a cumplicidade dele no roubo de documentos confidenciais da Santa Sé.
Atualizado em 17/11/2015 às 09:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
do livro "Vía Crucis", que denuncia a corrupção na igreja católica, informou que não comparecerá à justiça vaticana que apura a cumplicidade dele no roubo de documentos confidenciais da Santa Sé.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista é acusado de roubo de documentos confidenciais da Santa Sé
De acordo com a AFP, o roubo de documentos confidenciais e a veiculação deles é um crime determinado pelo Papa Francisco em julho de 2013. A pena varia de quatro a oito anos de detenção.
A obra de Nuzzi trata casos de extravagância e desvio na Cúria Romana baseado em documentos, gravações, e-mails, atas de reuniões e imagens originadas dos escritórios da Santa Sé. Além dele, o repórter Emiliano Fittipaldi lançou o livro "Avaricia", que também revela irregularidades na igreja e uma resistência interna contra as reformas propostas pelo Papa.
"No Vaticano, não é garantida a impunidade que deriva do exercício de um direito que existe na Itália. Não se reconhece a possibilidade de manifestar as próprias ideias livremente. Aquele que revela informações é punido", escreveu Nuzzi em seu blog.
O escândalo repercutiu há duas semanas, quando o padre espanhol Lucio Anjo Vallejo Balda foi preso acusado de divulgar os documentos. Também foi presa e logo depois liberada Francesca Chaouqui, consultora de Vallejo Balda na comissão criada em 2013 para avaliar a reforma econômica e organizacional da Santa Sé.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista é acusado de roubo de documentos confidenciais da Santa Sé
De acordo com a AFP, o roubo de documentos confidenciais e a veiculação deles é um crime determinado pelo Papa Francisco em julho de 2013. A pena varia de quatro a oito anos de detenção.
A obra de Nuzzi trata casos de extravagância e desvio na Cúria Romana baseado em documentos, gravações, e-mails, atas de reuniões e imagens originadas dos escritórios da Santa Sé. Além dele, o repórter Emiliano Fittipaldi lançou o livro "Avaricia", que também revela irregularidades na igreja e uma resistência interna contra as reformas propostas pelo Papa.
"No Vaticano, não é garantida a impunidade que deriva do exercício de um direito que existe na Itália. Não se reconhece a possibilidade de manifestar as próprias ideias livremente. Aquele que revela informações é punido", escreveu Nuzzi em seu blog.
O escândalo repercutiu há duas semanas, quando o padre espanhol Lucio Anjo Vallejo Balda foi preso acusado de divulgar os documentos. Também foi presa e logo depois liberada Francesca Chaouqui, consultora de Vallejo Balda na comissão criada em 2013 para avaliar a reforma econômica e organizacional da Santa Sé.





