Jornalista acusada de publicar informações falsas volta a ser julgada no Cazaquistão
O julgamento da jornalista cazaque Yal Baydalinova foi retomado nesta sexta-feira (13/5). Ela é acusada de receber dinheiro para publicar informações falsas sobre o banco Kommertsbank, maior entidade financeira privada do Cazaquistão.
Atualizado em 13/05/2016 às 17:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
Guzyal Baydalinova foi retomado nesta sexta-feira (13/5). Ela é acusada de receber dinheiro para publicar informações falsas sobre o banco Kommertsbank, maior entidade financeira privada do Cazaquistão.
Crédito:Reprodução Jornalista é acusada de produzir notícias falsas sobre banco
Segundo o portal Terra, se declarada culpada, a jornalista pode pegar pena de até dez anos de prisão. Na audiência, um dos homens acusados de pagar pelas publicações falsas, Tair Kaldybayev, admitiu ter encomendado seis artigos que foram publicados nos sites Respublika e Nakanune.kz.
Ele falou ainda que teria pago 6 mil dólares por cada um dos artigos, que tinham como objetivo causar prejuízos financeiros ao banco. Kaldybayev explicou que planejou as matérias falsas por não ter um bom relacionamento com a instituição financeira.
Guzyal reconheceu que recebeu vários envelopes de um jornalista, mas disse tê-los entregue a um mensageiro da fundadora do portal Respublika, Irina Petrushova, sem ver o conteúdo. A jornalista foi presa em dezembro de 2015 e teve alguns pedidos de liberdade provisória negados.
Crédito:Reprodução Jornalista é acusada de produzir notícias falsas sobre banco
Segundo o portal Terra, se declarada culpada, a jornalista pode pegar pena de até dez anos de prisão. Na audiência, um dos homens acusados de pagar pelas publicações falsas, Tair Kaldybayev, admitiu ter encomendado seis artigos que foram publicados nos sites Respublika e Nakanune.kz.
Ele falou ainda que teria pago 6 mil dólares por cada um dos artigos, que tinham como objetivo causar prejuízos financeiros ao banco. Kaldybayev explicou que planejou as matérias falsas por não ter um bom relacionamento com a instituição financeira.
Guzyal reconheceu que recebeu vários envelopes de um jornalista, mas disse tê-los entregue a um mensageiro da fundadora do portal Respublika, Irina Petrushova, sem ver o conteúdo. A jornalista foi presa em dezembro de 2015 e teve alguns pedidos de liberdade provisória negados.
A presidente da Fundação Internacional para a Proteção da Liberdade de Expressão (Adil Soz), Tamara Kaleyeva, disse ter dúvidas sobre se o julgamento será imparcial. "Este tribunal infringiu pactos internacionais que o Cazaquistão ratificou, especialmente o acordo sobre os Direitos Civis e Políticos. Nós nos comprometemos a respeitar o direito dos cidadãos à liberdade de expressão".





