Jornalismo investigativo é tema de TCC
Afonso Ferreira, Guilherme Melo e Rayla Alves se formaram em jornalismo pelo Centro Universitário IESB de Brasília, em 2017. Eles foram resp
Atualizado em 14/12/2017 às 10:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Arquivo pessoal onsáveis por realizar o trabalho “ ”.
“Tivemos o cuidado de trazer como objetivo, desde o início da pesquisa, um pouco da realidade dos jornalistas investigativos do nosso país, pois raramente, eles são pautados. Além de mostrarmos o quão valiosa é essa área do jornalismo. Sabemos também, o jornalista tem um papel fundamental na sociedade, é por meio das apurações, que muitas vezes levam meses a serem concluídas que, casos envolvendo "grandes figuras" são revelados. Os impactos são grandiosos e muito positivos. E por que não valorizar uma pessoa que tanto se dedicou? Procuramos apontar diversos pontos, dentre eles um dos mais comprometedores ao ofício, as redes sociais. Após a internet, nossa categoria precisou se reinventar, adaptar-se ao novo mundo da tecnologia”, aponta Afonso Ferreira.
Os principais desafios do grupo foram entrar em contato com as fontes. “Conciliar o tempo dos jornalistas com o nosso exigiu algumas faltas no estágio ou no trabalho. Mas, tudo valeu a pena. Outro desafio foi ter que escrever para os jornalistas, por ser de grandes profissionais, a responsabilidade de fazer um bom trabalho era ainda maior”, defende.
Os aprendizados no processo foram muitos, aponta Ferreira. “Saber com mais profundidade o trabalho tão lindo que os jornalistas investigativos realizam faz tudo valer a pena. A busca pelo furo da reportagem, pelo novo, exige muita dedicação e esforço e é justamente isso que eles fazem. Os conhecimentos adquiridos durante a produção do trabalho são imensuráveis. Poder entrevistar jornalistas de renome foi uma experiência incrível. Eles falaram muito da ética profissional e da responsabilidade que o jornalista tem perante a sociedade. Algo que vamos levar por toda nossa carreira. Afinal, colocar a apuração em primeiro lugar é ser jornalista investigativo, essa foi a nossa essência”, diz.
A produção do TCC representou, para Ferreira, o fechamento de um ciclo. “Foram muitos meses de pesquisas, de busca pelas fontes. Buscamos contar histórias de impacto nacional. Além de identificarmos as várias formas do jornalismo investigativo. E sem dúvida, o desejo de trabalhar na área com mais veemência”, declara.
O TCC também contribuiu pessoalmente para o novo jornalista. “Me ajudou a ter uma percepção maior sobre as pautas, ou seja, dependendo do olhar, tudo pode virar uma boa reportagem. Os ganhos pessoais que a reportagem proporcionou foram inúmeros. Aprendemos mais sobre apuração, construção das pautas, ética no jornalismo entre outros”, atenta. Para quem está passando pelo TCC agora, Ferreira dá algumas dicas. “Sem dúvida, aconselho a ter toda a dedicação possível. Todas as observações impostas pelo orientador fazem diferença. Dedique-se ao máximo. Para que tudo possa valer a pena. E não veja o TCC como algo ruim. É o melhor trabalho de realizar. Tenha força de vontade”, aconselha.
Saiba mais:
“Tivemos o cuidado de trazer como objetivo, desde o início da pesquisa, um pouco da realidade dos jornalistas investigativos do nosso país, pois raramente, eles são pautados. Além de mostrarmos o quão valiosa é essa área do jornalismo. Sabemos também, o jornalista tem um papel fundamental na sociedade, é por meio das apurações, que muitas vezes levam meses a serem concluídas que, casos envolvendo "grandes figuras" são revelados. Os impactos são grandiosos e muito positivos. E por que não valorizar uma pessoa que tanto se dedicou? Procuramos apontar diversos pontos, dentre eles um dos mais comprometedores ao ofício, as redes sociais. Após a internet, nossa categoria precisou se reinventar, adaptar-se ao novo mundo da tecnologia”, aponta Afonso Ferreira.
Os principais desafios do grupo foram entrar em contato com as fontes. “Conciliar o tempo dos jornalistas com o nosso exigiu algumas faltas no estágio ou no trabalho. Mas, tudo valeu a pena. Outro desafio foi ter que escrever para os jornalistas, por ser de grandes profissionais, a responsabilidade de fazer um bom trabalho era ainda maior”, defende.
Os aprendizados no processo foram muitos, aponta Ferreira. “Saber com mais profundidade o trabalho tão lindo que os jornalistas investigativos realizam faz tudo valer a pena. A busca pelo furo da reportagem, pelo novo, exige muita dedicação e esforço e é justamente isso que eles fazem. Os conhecimentos adquiridos durante a produção do trabalho são imensuráveis. Poder entrevistar jornalistas de renome foi uma experiência incrível. Eles falaram muito da ética profissional e da responsabilidade que o jornalista tem perante a sociedade. Algo que vamos levar por toda nossa carreira. Afinal, colocar a apuração em primeiro lugar é ser jornalista investigativo, essa foi a nossa essência”, diz.
A produção do TCC representou, para Ferreira, o fechamento de um ciclo. “Foram muitos meses de pesquisas, de busca pelas fontes. Buscamos contar histórias de impacto nacional. Além de identificarmos as várias formas do jornalismo investigativo. E sem dúvida, o desejo de trabalhar na área com mais veemência”, declara.
O TCC também contribuiu pessoalmente para o novo jornalista. “Me ajudou a ter uma percepção maior sobre as pautas, ou seja, dependendo do olhar, tudo pode virar uma boa reportagem. Os ganhos pessoais que a reportagem proporcionou foram inúmeros. Aprendemos mais sobre apuração, construção das pautas, ética no jornalismo entre outros”, atenta. Para quem está passando pelo TCC agora, Ferreira dá algumas dicas. “Sem dúvida, aconselho a ter toda a dedicação possível. Todas as observações impostas pelo orientador fazem diferença. Dedique-se ao máximo. Para que tudo possa valer a pena. E não veja o TCC como algo ruim. É o melhor trabalho de realizar. Tenha força de vontade”, aconselha.
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