Jornalismo ainda é ver, ler, ouvir e contar, defende Clóvis Rossi aos 52 anos de profissão
Clóvis Rossi é “Gigante”. Seu 1,98 m de altura não passa despercebido e faz jus ao apelido de grandão. Mas a forma carinhosa de chamar o jornalista poderia ser por outro motivo.
Atualizado em 04/08/2015 às 11:08, por
Jéssica Oliveira.
Basta ler qualquer linha do que ele escreveu nos últimos 52 anos para ver a grandeza de seu trabalho. A diferença é que, ao contrário de seu tamanho, seus textos não fazem sombra, apenas jogam luz em fatos da história desde a década de 1960. Crédito:Alf Ribeiro Clóvis Rossi é o Perfil de IMPRENSA n°314
Aos 72 anos, ele divide a estrada com o jornalismo desde os 20. Mas não é de falar sobre si na profissão, do que fez ou deixou de fazer, o que pensou ou sentiu durante uma reportagem. Questionado, usa apenas quatro palavras: ver, ler, ouvir, contar. “Era o que fazia naquela época e continuo fazendo hoje. Não vejo grande diferença”, resume.
O forte traço ficou aparente já no início da primeira conversa para esse texto, e foi reforçado a cada resposta. Dias depois, amigos e colegas de profissão confirmaram a característica, descrevendo Rossi como reservado e focado na notícia, jamais no repórter. Ricardo Kotscho, amigo de longa data, foi sucinto: é um anti-herói dele mesmo.
Se ele não diz muito, seu trabalho é uma excelente fonte. Rossi conta a história de seu tempo há mais de meio século. Passou por alguns dos principais veículos do Brasil, entre eles Correio da Manhã , O Estado de S.Paulo , Jornal do Brasil , IstoÉ e Folha de S.Paulo , onde está há 35 anos.
Paulistano nascido no Bixiga, tornou-se repórter do mundo. Foi correspondente em Buenos Aires, no começo da década de 1980, e em Madri, no início da década seguinte, além de enviado dezenas de vezes a esses e outros locais em busca de notícia.
Mas das andanças mundo afora, a vida de repórter foi a primeira grande viagem. O plano era ser diplomata, mas como faltava idade para isso, a solução foi passar o tempo estudando jornalismo. E o que deveria ser só um pernoite, virou lar. “Gostei. Fui ficando, ficando... e estou ficando até hoje.”
Confira o perfil completo na edição de agosto (314) de IMPRENSA.
Veja o Ensaio de Clóvis Rossi por Alf Ribeiro

Aos 72 anos, ele divide a estrada com o jornalismo desde os 20. Mas não é de falar sobre si na profissão, do que fez ou deixou de fazer, o que pensou ou sentiu durante uma reportagem. Questionado, usa apenas quatro palavras: ver, ler, ouvir, contar. “Era o que fazia naquela época e continuo fazendo hoje. Não vejo grande diferença”, resume.
O forte traço ficou aparente já no início da primeira conversa para esse texto, e foi reforçado a cada resposta. Dias depois, amigos e colegas de profissão confirmaram a característica, descrevendo Rossi como reservado e focado na notícia, jamais no repórter. Ricardo Kotscho, amigo de longa data, foi sucinto: é um anti-herói dele mesmo.
Se ele não diz muito, seu trabalho é uma excelente fonte. Rossi conta a história de seu tempo há mais de meio século. Passou por alguns dos principais veículos do Brasil, entre eles Correio da Manhã , O Estado de S.Paulo , Jornal do Brasil , IstoÉ e Folha de S.Paulo , onde está há 35 anos.
Paulistano nascido no Bixiga, tornou-se repórter do mundo. Foi correspondente em Buenos Aires, no começo da década de 1980, e em Madri, no início da década seguinte, além de enviado dezenas de vezes a esses e outros locais em busca de notícia.
Mas das andanças mundo afora, a vida de repórter foi a primeira grande viagem. O plano era ser diplomata, mas como faltava idade para isso, a solução foi passar o tempo estudando jornalismo. E o que deveria ser só um pernoite, virou lar. “Gostei. Fui ficando, ficando... e estou ficando até hoje.”
Confira o perfil completo na edição de agosto (314) de IMPRENSA.
Veja o Ensaio de Clóvis Rossi por Alf Ribeiro






