Jornal paquistanês pede morte de mulher condenada por insultar Maomé
Jornal paquistanês pede morte de mulher condenada por insultar Maomé
Atualizado em 08/12/2010 às 13:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornal paquistanês , o segundo veículo de maior circulação do país, teria convocado muçulmanos para que cortem a cabeça da paquistanesa Asia Bibi, condenada à morte por blasfêmia, caso a Justiça do Paquistão não leve adiante seu enforcamento. Segundo o jornal A Notícia e Veja.com, Asia teria insultado o profeta Maomé, e foi delatada por colegas de trabalho.
A paquistanesa, mãe de quatro filhos, foi a primeira mulher a ser condenada à forca no país, com base em uma lei de 1980, que seria usada para perseguir minorias. Na última sexta (03), o imam Maulana Yousaf Qureshi chegou a oferecer 500 mil rúpias (cerca de R$ 9,8 mil) a quem matasse Asia, no caso de sua sentença não ser cumprida pela Justiça.
O imam fez declarações em que afirma que os muçulmanos devem resistir às tentativas feitas para o fim da Lei da Blasfêmia. Além da aplicação da pena de morte a quem insultar Maomé e o Alcorão, o artigo prevê prisão perpétua. De acordo com o portal Renascença, Qureshi tem forte influência entre os setores radicais do Paquistão e do Afeganistão.
Em junho, o governo paquistanês anunciou que passará a monitorar sites como Google, Amazon., MSN, YouTube, Hotmail e Yahoo, em busca de conteúdos considerados ofensivos ao Islã. O responsável pelo órgão paquistanês que coordena as Telecomunicações, Khurram Mehran, disse que as páginas "impróprias" serão bloqueadas sem afetar o resto do site.
Leia mais
-
-
-
A paquistanesa, mãe de quatro filhos, foi a primeira mulher a ser condenada à forca no país, com base em uma lei de 1980, que seria usada para perseguir minorias. Na última sexta (03), o imam Maulana Yousaf Qureshi chegou a oferecer 500 mil rúpias (cerca de R$ 9,8 mil) a quem matasse Asia, no caso de sua sentença não ser cumprida pela Justiça.
O imam fez declarações em que afirma que os muçulmanos devem resistir às tentativas feitas para o fim da Lei da Blasfêmia. Além da aplicação da pena de morte a quem insultar Maomé e o Alcorão, o artigo prevê prisão perpétua. De acordo com o portal Renascença, Qureshi tem forte influência entre os setores radicais do Paquistão e do Afeganistão.
Em junho, o governo paquistanês anunciou que passará a monitorar sites como Google, Amazon., MSN, YouTube, Hotmail e Yahoo, em busca de conteúdos considerados ofensivos ao Islã. O responsável pelo órgão paquistanês que coordena as Telecomunicações, Khurram Mehran, disse que as páginas "impróprias" serão bloqueadas sem afetar o resto do site.
Leia mais
-
-
-






