"Jornal Nacional" desloca 14 repórteres para cobrir tragédia em Paris

A edição do “Jornal Nacional” da última sexta-feira (13/11), apresentada por William Bonner e Renata Vasconcellos, sobre a tragédia em Paris, foi criticada por dar notícias imprecisas sobre os ataques.

Atualizado em 16/11/2015 às 12:11, por Redação Portal IMPRENSA.

sexta-feira (13/11), apresentada por William Bonner e Renata Vasconcellos, sobre a tragédia em Paris, foi criticada por dar notícias imprecisas sobre os ataques.
Crédito:Divulgação Emissora deslocou correspondentes de outros país para a França
Segundo a coluna de Jeff Benício, do Terra, a emissora não tinha nenhum correspondente em Paris e precisou deslocar Roberto Kovalick, de Londres, e Sandra Cotinho, em Nova York. A dupla repassou informações de agências de notícias e de canais internacionais.
Na ocasião, apenas Band e RedeTV! entraram com repórteres do local. No último sábado (14/11), o "JN" decidiu recorrer a 14 repórteres em seis países e montou uma edição especial com uma hora e 15 minutos de duração.
Roberto Kovalick, de Londres, Ilze Scamparini, de Roma, Pedro Vedova, de Berlim, e Bianca Rothier, representante da GloboNews em Genebra, foram deslocados para produzir reportagens na capital francesa.
O "JN" também contou com a participação de Cecília Malan (Londres); Jorge Pontual, Alan Severiano e Fábio Turci (todos em Nova York); Rodrigo Alvarez (Turquia); Márcio Gomes (Tóquio); e de três repórteres em São Paulo: Graziela Azevedo, Tonico Ferreira e Marcos Uchôa.
Ao final da edição, o telejornal exibiu cenas que mostravam dezenas de pessoas deixando o Stade de France cantando a Marselhesa, hino nacional da França. Depois, subiu um trecho da canção "Soldado da Paz", composta por Herbert Vianna, na voz de Toni Garrido, enquanto eram mostrados os locais atacados. A última imagem exibida foi a do Cristo Redentor iluminado com as cores da bandeira francesa. Os créditos apareceram na tela sem trilha, em respeito às vítimas. Nas redes sociais, o jornal também foi criticado por não dedicar a mesma atenção ao rompimento de uma barragem em Mariana (MG), desastre que tirou a vida de sete moradores e destruiu cidades.