Jornal mexicano teria que pagar 200 mil pesos para não ser explodido
Jornal mexicano teria que pagar 200 mil pesos para não ser explodido
Os diretores do jornal mexicano Noroeste de Mazatlán teriam recebido três ameças por telefone, atribuídas a integrantes do grupo armado La Línea, para que o prédio da publicação não fosse explodido. Para isso, os suspeitos teriam exigido o pagamento de 200 mil pesos (cerca de R$ 26,5 mil) para não explodirem o prédio da publicação.
O La Línea é rival do cartel de Sinaloa, e luta para manter o controle do narcotráfico na região.
De acordo com o Diário do Nordeste , a procuradoria-geral do estado de Sinaloa, norte do México, onde se localiza o prédio do jornal, afirmaram que a voz ouvidas nas gravações telefônicas corresponderiam a outras que o veículo recebeu na última terça (31), pouco antes de ter sido alvo de tiros.
O Noroeste publicou na edição seguinte ao ataque a manchete "Não vamos ceder!", e afirmou em editorial que o jornal será "fiel aos princípios" de seus fundadores e que continuará exercendo "um jornalismo independente e imparcial, que não fraquejará para seguir garantindo aos sinaloenses seu direito à informação".
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