Jornal italiano faz alerta e diz que Papa Francisco pode ser alvo do Estado Islâmico
Jornal chamou o Pontífice de "o portador da verdade falsa".
Atualizado em 26/08/2014 às 11:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornal italiano El Tempo publicou em sua edição da última segunda-feira (25/8) que o grupo extremista Estado Islâmico (EI) pretende avançar contra o Ocidente e, como parte do plano, teria o Papa Francisco como um dos alvos por ser "portador da verdade falsa".
Crédito:Divulgação Papa Francisco seria alvo do Estado Islâmico para implantar terror no Ocidente
A reportagem menciona fontes de inteligência italianas que consideram o país como uma espécie de trampolim para os jihadistas entrarem na Europa. Segundo a matéria, a Itália seria vulnerável pela chegada de imigrantes sem documentos. Em razão disso, o grupo pretenderia elevar o nível de confronto com ataques na Europa. Fontes israelenses citaram o pontífice como o "expoente máximo da religião cristã".
O Estado Islâmico propõe superar a capacidade da al-Qaeda de espalhar terror no mundo e adverte para "a presença de convertidos ocidentais e também jovens imigrantes de segunda geração nascidos nos países europeus, que agora optaram por abraçar o fundamentalismo islâmico". O Vaticano ainda não comentou as informações.
O grupo virou o centro de discussões na semana passada por conta da morte do jornalista americano James Foley. No dia 19 de agosto, um integrante produziu um vídeo que mostra a decapitação do repórter em represália aos ataques aéreos dos Estados Unidos contra forças jihadistas.
Crédito:Divulgação Papa Francisco seria alvo do Estado Islâmico para implantar terror no Ocidente
A reportagem menciona fontes de inteligência italianas que consideram o país como uma espécie de trampolim para os jihadistas entrarem na Europa. Segundo a matéria, a Itália seria vulnerável pela chegada de imigrantes sem documentos. Em razão disso, o grupo pretenderia elevar o nível de confronto com ataques na Europa. Fontes israelenses citaram o pontífice como o "expoente máximo da religião cristã".
O Estado Islâmico propõe superar a capacidade da al-Qaeda de espalhar terror no mundo e adverte para "a presença de convertidos ocidentais e também jovens imigrantes de segunda geração nascidos nos países europeus, que agora optaram por abraçar o fundamentalismo islâmico". O Vaticano ainda não comentou as informações.
O grupo virou o centro de discussões na semana passada por conta da morte do jornalista americano James Foley. No dia 19 de agosto, um integrante produziu um vídeo que mostra a decapitação do repórter em represália aos ataques aéreos dos Estados Unidos contra forças jihadistas.





