Jornal francês questiona se mídia brasileira contribuiu para desestabilizar governo
Em sua edição desta sexta-feira (15/4), o jornal Libération questiona se a imprensa conservadora do país contribuiu para desestabilizaro governo de , como acusa o Partido dos Trabalhadores (PT).
Atualizado em 15/04/2016 às 13:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
(15/4), o jornal questiona se a imprensa conservadora do país contribuiu para desestabilizar o governo de , como acusa o Partido dos Trabalhadores (PT).
Crédito:Reprodução Jornal francês acredita que mídia prejudicou governo Dilma
Segundo a RFI, em entrevista ao jornal francês, o cientista político João Feres Jr., disse que sim. Para ele, a cobertura da crise foi "militante e tendenciosa". "Grandes grupos de mídia — Globo, Abril e grupo Folha, por exemplo - sempre defenderam seus interesses econômicos, supostamente ameaçados pela esquerda", observou.
O jornalista Eugênio Bucci, ex-diretor da Radiobras no governo Lula, acredita que existe preconceito e parcialidade da imprensa em relação ao ex-presidente, mas destacou que "o PT não compreende o papel da imprensa e erra ao se colocar em posição de vítima, quando deveria prestar contas dos seus atos em 13 anos de governo".
O diário diz que a revista Veja , qualificada como uma publicação "polemista de direita, adepta de capas sensacionalistas", classificou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "como o homem a ser eliminado". Lembrou também da IstoÉ , que retratou Dilma como uma autoridade desequilibrada e sem condições emocionais para liderar o país.
Ao falar dos grandes jornais, que "desfrutam de maior prestígio e são menos exaltados", o Libération destacou que os diários investiram em editoriais ácidos contra o governo e o PT. Reforçou ainda que a Globo reflete o ódio dos defensores do partido.
Crédito:Reprodução Jornal francês acredita que mídia prejudicou governo Dilma
Segundo a RFI, em entrevista ao jornal francês, o cientista político João Feres Jr., disse que sim. Para ele, a cobertura da crise foi "militante e tendenciosa". "Grandes grupos de mídia — Globo, Abril e grupo Folha, por exemplo - sempre defenderam seus interesses econômicos, supostamente ameaçados pela esquerda", observou.
O jornalista Eugênio Bucci, ex-diretor da Radiobras no governo Lula, acredita que existe preconceito e parcialidade da imprensa em relação ao ex-presidente, mas destacou que "o PT não compreende o papel da imprensa e erra ao se colocar em posição de vítima, quando deveria prestar contas dos seus atos em 13 anos de governo".
O diário diz que a revista Veja , qualificada como uma publicação "polemista de direita, adepta de capas sensacionalistas", classificou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "como o homem a ser eliminado". Lembrou também da IstoÉ , que retratou Dilma como uma autoridade desequilibrada e sem condições emocionais para liderar o país.
Ao falar dos grandes jornais, que "desfrutam de maior prestígio e são menos exaltados", o Libération destacou que os diários investiram em editoriais ácidos contra o governo e o PT. Reforçou ainda que a Globo reflete o ódio dos defensores do partido.





