Jornal faz pesquisa entre leitores e é acusado de racismo em Israel
"Yedioth Ahronoth" perguntou se um prefeito israelense estava certo ou não ao banir funcionários árabes no município.
Atualizado em 24/11/2014 às 20:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um jornal israelense gerou revolta dos usuários das redes sociais após publicar uma pesquisa considerada racista. O Yedioth Ahronoth perguntou aos leitores se eles achavam certo um prefeito proibir a contratação de funcionários árabes em empresas do município.
Crédito:Reprodução Jornal é acusado de incentivar discriminação contra árabes
Segundo o site Mondo Wiss, internautas sugeriram que a "dúvida" nem deveria ter sido levantada. "Sendo imparcial, o Yedioth dá espaço igual para posições contra e a favor. Um espírito muito democrático: devemos ser racistas? Ser contrário ou favorável? Ambos são legítimos", comentou um usuário do Facebook, de forma irônica.
A lei assinada por Itamar Shimoni, prefeito da cidade de Ashkelon, proíbe todas as empresas do município de contratarem árabes, especialmente em estabelecimentos próximos de escolas. A decisão foi tomada após uma série de ataques terroristas em Tel Aviv e Jerusalém.
Em comunicado, o primeiro-ministro do país afirmou que "não há espaço em Israel para discriminação contra cidadão árabes" e que uma comunidade que compõe quase 20% da população total "não pode ser culpada pelas ações de uma minoria violenta".
Crédito:Reprodução Jornal é acusado de incentivar discriminação contra árabes
Segundo o site Mondo Wiss, internautas sugeriram que a "dúvida" nem deveria ter sido levantada. "Sendo imparcial, o Yedioth dá espaço igual para posições contra e a favor. Um espírito muito democrático: devemos ser racistas? Ser contrário ou favorável? Ambos são legítimos", comentou um usuário do Facebook, de forma irônica.
A lei assinada por Itamar Shimoni, prefeito da cidade de Ashkelon, proíbe todas as empresas do município de contratarem árabes, especialmente em estabelecimentos próximos de escolas. A decisão foi tomada após uma série de ataques terroristas em Tel Aviv e Jerusalém.
Em comunicado, o primeiro-ministro do país afirmou que "não há espaço em Israel para discriminação contra cidadão árabes" e que uma comunidade que compõe quase 20% da população total "não pode ser culpada pelas ações de uma minoria violenta".





