Jornal estatal pede governo de transição no Zimbábue
Jornal estatal pede governo de transição no Zimbábue
Atualizado em 23/04/2008 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornal estatal do Zimbábue, The Herald , publicou editorial nesta quarta-feira (23) pedindo que seja estabelecido um governo de transição liderado por Robert Mugabe, atual presidente do país, informou a BBC Brasil.
De acordo com o jornal, o governo deveria levar o país a novas eleições como um modo de acabar com o impasse político gerado após as eleições de 29 de março. O jornal é visto no país como "porta-voz" do partido de Mugabe, o Zanu PF.
O partido de oposição, MDC, rejeitou a sugestão do jornal e afirma que Morgan Tsvangirai, seu candidato, foi o vencedor.
Desde as eleições no final de março, nenhum resultado oficial da votação para presidente foi divulgado. A demora provocou uma onda de violência que já fez cerca de três mil pessoas abandonarem suas casas.
O Herald sugere que as tensões políticas tornaram impossível a realização de um segundo turno justo no futuro próximo. Ele pede que outros países do sul da África ajam como mediadores para formar o governo de transição que também deveria escrever uma nova constituição.
O MDC acusa o governo de intimidar os eleitores e promover espancamentos antes do esperado segundo turno. Segundo o secretário-geral do partido, Tendai Biti, 500 pessoas ficaram feridas e dez morreram, mas o governo nega que haja vítimas fatais.
Com informações da BBC Brasil.
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O partido de oposição, MDC, rejeitou a sugestão do jornal e afirma que Morgan Tsvangirai, seu candidato, foi o vencedor.
Desde as eleições no final de março, nenhum resultado oficial da votação para presidente foi divulgado. A demora provocou uma onda de violência que já fez cerca de três mil pessoas abandonarem suas casas.
O Herald sugere que as tensões políticas tornaram impossível a realização de um segundo turno justo no futuro próximo. Ele pede que outros países do sul da África ajam como mediadores para formar o governo de transição que também deveria escrever uma nova constituição.
O MDC acusa o governo de intimidar os eleitores e promover espancamentos antes do esperado segundo turno. Segundo o secretário-geral do partido, Tendai Biti, 500 pessoas ficaram feridas e dez morreram, mas o governo nega que haja vítimas fatais.
Com informações da BBC Brasil.
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