Jornal do Irã sugere que funeral de Mandela é uma 'armadilha' para presidente
O jornal iraniano Kayhan, que atua na ala mais conservadora do regime no País, sugeriu no último domingo (8/12) a "armadilha" de u
Atualizado em 09/12/2013 às 10:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornal iraniano Kayhan , que atua na ala mais conservadora do regime no País, sugeriu no último domingo (8/12) a "armadilha" de uma eventual participação do presidente Hassan Rohani no funeral de Nelson Mandela, onde o líder poderia se encontrar com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Crédito:Reprodução Artigo diz que ida de presidente ao funeral de Mandela é uma armadilha
De acordo com a AFP, a capital Teerã ainda não pronunciou quem será o representante do país no funeral do ex-presidente sul-africano, no próximo dia 15 de dezembro. Mandela fez duas visitas ao Irã, em 1992 e 1999.
"Alguns meios de comunicação iranianos e estrangeiros utilizam o funeral de Nelson Mandela como um pretexto para empurrar Rohani para um encontro com o chefe de governo do Grande Satã", disse um editorial do jornal, referindo-se aos Estados Unidos, inimigo histórico do país.
Rohani, que foi eleito em junho com o apoio de setores moderados e reformistas, fez um contato telefônico com Barack Obama no fim de setembro, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Foi o primeiro contato entre os líderes desde a suspensão das relações diplomáticas, após a Revolução Islâmica de 1979.
Chamado de "A armadilha de Satã, desta vez em Johannesburgo", o editorial pontua que a conversa telefônica, a qual durou cerca de 15 minutos, foi criticada pelo guia supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
Crédito:Reprodução Artigo diz que ida de presidente ao funeral de Mandela é uma armadilha
De acordo com a AFP, a capital Teerã ainda não pronunciou quem será o representante do país no funeral do ex-presidente sul-africano, no próximo dia 15 de dezembro. Mandela fez duas visitas ao Irã, em 1992 e 1999.
"Alguns meios de comunicação iranianos e estrangeiros utilizam o funeral de Nelson Mandela como um pretexto para empurrar Rohani para um encontro com o chefe de governo do Grande Satã", disse um editorial do jornal, referindo-se aos Estados Unidos, inimigo histórico do país.
Rohani, que foi eleito em junho com o apoio de setores moderados e reformistas, fez um contato telefônico com Barack Obama no fim de setembro, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Foi o primeiro contato entre os líderes desde a suspensão das relações diplomáticas, após a Revolução Islâmica de 1979.
Chamado de "A armadilha de Satã, desta vez em Johannesburgo", o editorial pontua que a conversa telefônica, a qual durou cerca de 15 minutos, foi criticada pelo guia supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.





