Jornal chinês critica Malásia por conduta em investigação sobre avião desaparecido
O jornal oficial do governo chinês, Xinhua News Agency, questionou a conduta da Malásia nas investigações sobre o desaparecimento do Boeing 777 com a maioria dos passageiros de origem chinesa.
Atualizado em 17/03/2014 às 11:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
chinês, Xinhua News Agency , questionou a conduta da Malásia nas investigações sobre o desaparecimento do Boeing 777 com a maioria dos passageiros de origem chinesa.
Crédito:Divulgação Jornal chinês alega que Malásia demora a divulgar notícias sobre desaparecimento do Boeing 777
De acordo com a Agência Estado, no último sábado (15/3), o primeiro-ministro malaio, Najib Razak, informou que dados de satélite apontam que o avião saiu de rota e permaneceu no ar por ao menos seis horas depois de desaparecer dos radares militares da Malásia.
Xinhua News qualificou a informação como valiosa para diminuir o escopo da busca, entretanto, criticou os malaios por esperarem mais de sete dias para divulgar o fato. O voo MH370, da Malaysia Airlines, desapareceu dos radares com 239 pessoas a bordo. A aeronave decolou de Kuala Lumpur e faria o pouso em Pequim.
"Dada a tecnologia atual, o atraso leva à conclusão ou de prevaricação ou de relutância em compartilhar a informação de modo completo e pontual. Isso seria intolerável", pontuou o editorial, que também criticou os Estados Unidos para serem mais transparentes sobre o que sabem do desaparecimento.
Crédito:Divulgação Jornal chinês alega que Malásia demora a divulgar notícias sobre desaparecimento do Boeing 777
De acordo com a Agência Estado, no último sábado (15/3), o primeiro-ministro malaio, Najib Razak, informou que dados de satélite apontam que o avião saiu de rota e permaneceu no ar por ao menos seis horas depois de desaparecer dos radares militares da Malásia.
Xinhua News qualificou a informação como valiosa para diminuir o escopo da busca, entretanto, criticou os malaios por esperarem mais de sete dias para divulgar o fato. O voo MH370, da Malaysia Airlines, desapareceu dos radares com 239 pessoas a bordo. A aeronave decolou de Kuala Lumpur e faria o pouso em Pequim.
"Dada a tecnologia atual, o atraso leva à conclusão ou de prevaricação ou de relutância em compartilhar a informação de modo completo e pontual. Isso seria intolerável", pontuou o editorial, que também criticou os Estados Unidos para serem mais transparentes sobre o que sabem do desaparecimento.





