Jornais internacionais destacam tragédia no Rio por seu "ineditismo"
Jornais internacionais destacam tragédia no Rio por seu "ineditismo"
Atualizado em 08/04/2011 às 10:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
O massacre que aconteceu na escola municipal Tasso de Oliveira, região Oeste do Rio de Janeiro, na manhã da quinta-feira (7) teve destaque nos maiores jornais internacionais, especialmente pelo "ineditismo" deste tipo de violência no país, destaca o site BBC Brasil. O ex-aluno da escola Wellington Menezes de Oliveira entrou na escola com dois revólveres e deixou 12 crianças mortas e 24 feridas.
Apesar de a violência no Brasil ser constantemente noticiada, o massacre escolar era considerado uma "aflição essencialmente estrangeira". O The New York Times destaca que, logo após a matança, os cariocas "buscavam entender" a tragédia.
"A violência urbana não é estranha ao Brasil, especialmente o tipo de violência nas favelas controladas pelas quadrilhas, que deram a esta cidade as taxas mais altas de homicídio do mundo. Mas pensava-se que o espectro do massacre na escola era principalmente uma aflição americana", escreve o correspondente do jornal no Rio de Janeiro.
Na Espanha, o El País afirma que "os brasileiros só tinham notícia de matanças perpetradas em escolas através das reportagens do exterior".
Na Argentina, o jornal La Nación prepara um histórico de incidentes semelhantes no mundo. O da escola de Columbine, em Littletone, nos EUA, é um dos mais lembrados da lista.
Na Argentina, o ataque de um jovem de 15 anos contra seus colegas, que deixou três mortos em 2004, teria sido o primeiro deste tipo na América Latina.
Outros jornais internacionais, como o britânico The Guardian e o a argentino El Mundo, destacaram o conteúdo da carta deixada por Menezes, no qual especula-se sobre fanatismo religioso.
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Apesar de a violência no Brasil ser constantemente noticiada, o massacre escolar era considerado uma "aflição essencialmente estrangeira". O The New York Times destaca que, logo após a matança, os cariocas "buscavam entender" a tragédia.
"A violência urbana não é estranha ao Brasil, especialmente o tipo de violência nas favelas controladas pelas quadrilhas, que deram a esta cidade as taxas mais altas de homicídio do mundo. Mas pensava-se que o espectro do massacre na escola era principalmente uma aflição americana", escreve o correspondente do jornal no Rio de Janeiro.
Na Espanha, o El País afirma que "os brasileiros só tinham notícia de matanças perpetradas em escolas através das reportagens do exterior".
Na Argentina, o jornal La Nación prepara um histórico de incidentes semelhantes no mundo. O da escola de Columbine, em Littletone, nos EUA, é um dos mais lembrados da lista.
Na Argentina, o ataque de um jovem de 15 anos contra seus colegas, que deixou três mortos em 2004, teria sido o primeiro deste tipo na América Latina.
Outros jornais internacionais, como o britânico The Guardian e o a argentino El Mundo, destacaram o conteúdo da carta deixada por Menezes, no qual especula-se sobre fanatismo religioso.
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