Jornais internacionais defendem publicação de documentos sigilosos pelo WikiLeaks
Jornais internacionais defendem publicação de documentos sigilosos pelo WikiLeaks
Atualizado em 30/11/2010 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Cinco veículos de comunicação internacionais defenderam a divulgação de documentos sigilosos feita pelo site WikiLeaks nesta semana. Os jornais El País , The New York Times (NYT) , Le Monde e The Guardian, e a revista Der Spiegel , afirmaram que as informações são assunto de interesse público e que sua publicação pela página da web é transparente.
Segundo informações das agências de notícias, os cinco jornais divulgaram , editoriais e até mesmo vídeos defendendo o sigilo de fontes. As publicações ainda argumentaram que questões como segurança e a importância de tornar público dados estratégicos dos EUA pesaram na decisão de expor ou não os documentos.
No último domingo, o WikiLeaks publicou mais de 250 mil documentos secretos sobvre os bastidores da diplomacia dos EUA e detalhes de pedidos feitos por países árabes e Israel para que os norte-americanos atacassem o Irã, além de informações de que o país teria espiões atuando na Organização das Nações Unidas. A Casa Branca havia acusado o site de "colocar em risco vidas de americanos e aliados" do país ao expor os registros.
Os arquivos disponibilizados no site também foram publicados pelos cinco veículos internacionais, simultaneamente. O NYT, entretanto, afirmou ter recebido os documentos de uma fonte anônima, e não do WikiLeaks, exigindo o repasse dos mesmos pelo britânico The Guardian .
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Segundo informações das agências de notícias, os cinco jornais divulgaram , editoriais e até mesmo vídeos defendendo o sigilo de fontes. As publicações ainda argumentaram que questões como segurança e a importância de tornar público dados estratégicos dos EUA pesaram na decisão de expor ou não os documentos.
No último domingo, o WikiLeaks publicou mais de 250 mil documentos secretos sobvre os bastidores da diplomacia dos EUA e detalhes de pedidos feitos por países árabes e Israel para que os norte-americanos atacassem o Irã, além de informações de que o país teria espiões atuando na Organização das Nações Unidas. A Casa Branca havia acusado o site de "colocar em risco vidas de americanos e aliados" do país ao expor os registros.
Os arquivos disponibilizados no site também foram publicados pelos cinco veículos internacionais, simultaneamente. O NYT, entretanto, afirmou ter recebido os documentos de uma fonte anônima, e não do WikiLeaks, exigindo o repasse dos mesmos pelo britânico The Guardian .
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