Jornais comemoram aumento de circulação e debatem modelos digitais
O VIII Seminário Nacional de Circulação da Associação Nacional de Jornais (ANJ), realizado na última segunda-feira (29), em São Paulo, comemorou o aumento na circulação de jornais e debateu novas maneiras de aumentar a rentabilidade de conteúdo on-line, informa O Estado de S.
Atualizado em 30/08/2011 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Paulo.
A circulação de jornais no Brasil vai na contramão da maior parte dos jornais internacionais. Enquanto muitas publicações enfrentam dificuldades com os impressos, e, portanto, já desenvolveram modelos de conteúdo pago pela internet, como o The New York Times e o The Wall Street Journal , no País a circulação cresceu e ainda tem boa parte de sua receita proveniente da publicidade impressa.
Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado, apontou a inserção da classe C como público consumidor, o envelhecimento da população e o aumento do número de pessoas com acesso à internet como fatores que sustentam o crescimento dos impressos no Brasil.
No entanto, representantes dos maiores jornais nacionais presentes no seminário, como Folha de S.Paulo, Estado de S. Paulo, O Globo, Lance! e Grupo RBS discutiram maneiras de se rentabilizar o conteúdo on-line. A previsão para que os veículos de comunicação de adaptem a este novo modelo é de cinco anos, porém, Marcello Moraes, diretor-geral da Infoglobo, acredita que é possível fazer a transição em seis meses. "Não precisamos fazer nada no desespero, mas temos de ser rápidos". Para Moraes, o melhor caminho a se seguir é disponibilizar conteúdo digital diferenciado pelo qual os leitores estariam dispostos a pagar, permitindo o acesso gratuito ao hard news. "Hoje não estamos na era do 'ou", mas do 'e'. Isto é, mídia digital e papel". Segundo Eduardo Sirotsky Melzer, vice-presidente executivo da RBS, a força do jornal é a qualidade do conteúdo, com informação diferenciada produzida por profissionais capacitados.
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A circulação de jornais no Brasil vai na contramão da maior parte dos jornais internacionais. Enquanto muitas publicações enfrentam dificuldades com os impressos, e, portanto, já desenvolveram modelos de conteúdo pago pela internet, como o The New York Times e o The Wall Street Journal , no País a circulação cresceu e ainda tem boa parte de sua receita proveniente da publicidade impressa.
Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado, apontou a inserção da classe C como público consumidor, o envelhecimento da população e o aumento do número de pessoas com acesso à internet como fatores que sustentam o crescimento dos impressos no Brasil.
No entanto, representantes dos maiores jornais nacionais presentes no seminário, como Folha de S.Paulo, Estado de S. Paulo, O Globo, Lance! e Grupo RBS discutiram maneiras de se rentabilizar o conteúdo on-line. A previsão para que os veículos de comunicação de adaptem a este novo modelo é de cinco anos, porém, Marcello Moraes, diretor-geral da Infoglobo, acredita que é possível fazer a transição em seis meses. "Não precisamos fazer nada no desespero, mas temos de ser rápidos". Para Moraes, o melhor caminho a se seguir é disponibilizar conteúdo digital diferenciado pelo qual os leitores estariam dispostos a pagar, permitindo o acesso gratuito ao hard news. "Hoje não estamos na era do 'ou", mas do 'e'. Isto é, mídia digital e papel". Segundo Eduardo Sirotsky Melzer, vice-presidente executivo da RBS, a força do jornal é a qualidade do conteúdo, com informação diferenciada produzida por profissionais capacitados.
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