Jorge Kajuru lança livro a R$ 1 em São Paulo
Jorge Kajuru lança livro a R$ 1 em São Paulo
Mais uma vez com irreverência, o jornalista Jorge Kajuru lança, nesta segunda-feira (17), o livro "Condenado a falar", em que traz suas opiniões sobre personalidades do mundo do esporte, imprensa, televisão, entre outras. Para falar sobre o lançamento do livro, que será vendido a R$ 1, Kajuru participou do bate-papo online da Uol, mediado pelo também jornalista, Marcelo Tas.
Entretanto, as perguntas dos internautas estavam mais relacionadas ao mundo do esporte e à atuação do Corinthians em 2007 do que diretamente sobre o livro. "Fui um dos primeiros a falar sobre o Corinthians e suas crises, em 25 de janeiro, na Folha de S.Paulo . O Kia chegou ao SBT, onde eu estava, para uma reunião com Guilherme S. e falava tudo em português. Algum tempo depois, ele começou a dar entrevistas com uma tradutora loira e aí eu vi que ele era um cara de pau". Ainda sobre o assunto, Kajuru declarou achar ótimo ver o Timão na série B. "Torci para isso. O Corinthians fez pacto com o diabo e está colhendo o que plantou".
Questionado sobre sua saída do SBT, o jornalista afirma que o motivo foi Ricardo Valadares. "Ele disse para o Sílvio que eu estava louco e que havia perdido a visão. Estava se vingando de mim de forma pessoal". Segundo Kajuru, ele estava sofrendo um descolamento de retina e o médico havia pedido para que ele não gravasse em estúdio. "Eu usava óculos escuros e ele (Ricardo) me obrigou a gravar quatro programas".
Sobre o "Condenado a falar", que será lançado na livraria Paraler, na Ibmec, "a única que topou fazer uma noite de autógrafos sem cobrar", Kajuru declara ter colocado as principais entrevistas que fez durante a sua carreira. "A idéia é falar tudo aquilo que eu sei. Nesta primeira edição, não coube todo mundo, esse é um ponto. O outro ponto é que muita gente ficou chateada, principalmente da TV Globo".
Marcelo Tas perguntou quem havia o condenado a falar e o jornalista foi categórico. "Eu mesmo me condenei a falar desde menino. No primário, depois quando fui expulso do colégio. Denunciei a diretora que tinha um caso com outra mulher e não assumia. Não tenho nada contra. O legal é que quando me vê hoje em dia, ela me abraça", diverte-se o jornalista.
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