Jason Rezaian apresenta denúncia contra o Irã por danos durante prisão
O jornalista Jason Rezaian, do Washington Post, decidiu apresentar uma denúncia contra o governo de Teerã, argumentando que sua prisãovisava alcançar "concessões" de Washington com "extorsões".
Atualizado em 04/10/2016 às 11:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Washington Post , decidiu apresentar uma denúncia contra o governo de Teerã, argumentando que sua prisão visava alcançar "concessões" de Washington com "extorsões". Ele ficou 18 meses detido no Irã.
Crédito:Reprodução Jason Rezaian foi preso em julho de 2014, sob acusação de "espionagem" e "colaboração com governos hostis"
De acordo com a AFP, o repórter quer uma compensação pelos danos causados pelo Irã contra ele, como "crueldade, tortura e abuso", durante o período que esteve preso no país. A República Islâmica do Irã e o Exército dos Guardiões da Revolução são citados "por danos físicos severos e outras feridas irreparáveis". Jason Rezaian foi preso em julho de 2014, em Teerã, onde trabalhava como correspondente do jornal americano há dois anos. Ele foi condenado por "espionagem" e "colaboração com governos hostis".
O repórter estava entre os quatro profissionais de imprensa libertados pelo Irã em 16 de janeiro, pouco após a adoção de um acordo de grandes potências mundiais com Teerã sobre o programa nuclear iraniano.
Crédito:Reprodução Jason Rezaian foi preso em julho de 2014, sob acusação de "espionagem" e "colaboração com governos hostis"
De acordo com a AFP, o repórter quer uma compensação pelos danos causados pelo Irã contra ele, como "crueldade, tortura e abuso", durante o período que esteve preso no país. A República Islâmica do Irã e o Exército dos Guardiões da Revolução são citados "por danos físicos severos e outras feridas irreparáveis". Jason Rezaian foi preso em julho de 2014, em Teerã, onde trabalhava como correspondente do jornal americano há dois anos. Ele foi condenado por "espionagem" e "colaboração com governos hostis".
O repórter estava entre os quatro profissionais de imprensa libertados pelo Irã em 16 de janeiro, pouco após a adoção de um acordo de grandes potências mundiais com Teerã sobre o programa nuclear iraniano.





