Japão segue com esforços para libertar jornalista refém do Estado Islâmico
Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão, afirmou que fará "todo o possível” para conseguir a libertação de Kenji Goto
Atualizado em 26/01/2015 às 17:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão, afirmou nesta segunda-feira (26/1) que fará “todo o possível” para conseguir a libertação de Kenji Goto, jornalista mantido refém pelo Estado Islâmico (EI).
Crédito:reprodução Primeiro-ministro do Japão afirmou que continua buscando colaboração internacional No último domingo (25/1), o governo japonês declarou que está analisando o áudio e a fotografia que anunciam a execução de Haruna Yukawa, companheiro de cativeiro de Goto.
A gravação estava acompanhada de uma imagem de Goto segurando uma foto de Yukawa, que supostamente foi degolado. No áudio, o refém explica que já não é necessário o pagamento do resgate inicialmente solicitado, porque agora o EI pede a libertação de uma extremista detida na Jordânia.
De acordo com EFE, o ministro porta-voz do Executivo, Yoshihide Suga, criou um grupo de trabalho para coordenar a missão na capital da Jordânia, país que também se viu afetado pela última demanda do grupo de libertar a extremista Al Rishawi.
Uma fonte próxima ao governo de Amã revelou para a emissora japonesa NHK que a Jordânia "medita de maneira cuidadosa" o pedido do EI de trocar os prisioneiros.
Crédito:reprodução Primeiro-ministro do Japão afirmou que continua buscando colaboração internacional No último domingo (25/1), o governo japonês declarou que está analisando o áudio e a fotografia que anunciam a execução de Haruna Yukawa, companheiro de cativeiro de Goto.
A gravação estava acompanhada de uma imagem de Goto segurando uma foto de Yukawa, que supostamente foi degolado. No áudio, o refém explica que já não é necessário o pagamento do resgate inicialmente solicitado, porque agora o EI pede a libertação de uma extremista detida na Jordânia.
De acordo com EFE, o ministro porta-voz do Executivo, Yoshihide Suga, criou um grupo de trabalho para coordenar a missão na capital da Jordânia, país que também se viu afetado pela última demanda do grupo de libertar a extremista Al Rishawi.
Uma fonte próxima ao governo de Amã revelou para a emissora japonesa NHK que a Jordânia "medita de maneira cuidadosa" o pedido do EI de trocar os prisioneiros.





