Japão condena emissora por demitir repórter que deixou o país após desastre nuclear
A Justiça do Japão condenou a emissora NHK a indenizar em cerca de 5,1 milhões de ienes a jornalista francesa Emmanuelle Bodin, após demiti-la em 2011 por ter deixado o país em razão do desastre nuclear de Fukushima.
Atualizado em 18/11/2015 às 12:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
a emissora a indenizar em cerca de 5,1 milhões de ienes a jornalista francesa Emmanuelle Bodin, após demiti-la em 2011 por ter deixado o país em razão do desastre nuclear de Fukushima.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista francesa foi demitida por deixar a emissora após desastre em Fukushima
De acordo com o IPC Digital, o tribunal de Tóquio invalidou o desligamento de Emmanuelle, que havia seguido as orientações do governo francês. As autoridades alertaram que moradores da capital japonesa deveriam deixar a região o mais rápido possível.
"Não podemos culpar as pessoas que desejaram sair da cidade, priorizando sua segurança”, ponderou o juiz Toru Yoshida. A NHK informou que estuda a melhor maneira de responder à decisão judicial.
Emmanuelle Bodin, de 58 anos, viajou do Japão para Singapura, onde permaneceu por quatro dias. Ela trabalhava na NHK desde 1990. Antes de sair do país, a repórter avisou a emissora por telefone. À época, ninguém fez reclamações sobre sua decisão.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista francesa foi demitida por deixar a emissora após desastre em Fukushima
De acordo com o IPC Digital, o tribunal de Tóquio invalidou o desligamento de Emmanuelle, que havia seguido as orientações do governo francês. As autoridades alertaram que moradores da capital japonesa deveriam deixar a região o mais rápido possível.
"Não podemos culpar as pessoas que desejaram sair da cidade, priorizando sua segurança”, ponderou o juiz Toru Yoshida. A NHK informou que estuda a melhor maneira de responder à decisão judicial.
Emmanuelle Bodin, de 58 anos, viajou do Japão para Singapura, onde permaneceu por quatro dias. Ela trabalhava na NHK desde 1990. Antes de sair do país, a repórter avisou a emissora por telefone. À época, ninguém fez reclamações sobre sua decisão.





