Jamil Chade explica porque recusou convite para conduzir tocha olímpica
O jornalista Jamil Chade revelou que recebeu convite para ser uma das pessoas que vão conduzir a tocha olímpica no Brasil, mas recusou. Ele deixou claro que o papel dele é o de informar o cidadão sobre os diversos aspectos do evento, que acontecerá no Rio de Janeiro, em agosto deste ano.
Atualizado em 10/05/2016 às 17:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
convite para ser uma das pessoas que a conduzir a tocha olímpica no Brasil, mas recusou. Ele deixou claro que o papel dele é o de informar o cidadão sobre os diversos aspectos do evento, que acontecerá no Rio de Janeiro, em agosto deste ano.
Crédito:Reprodução Jornalista diz que se papel é informar sobre os Jogos
Em sua coluna no Estadão , Chade informou que, em conjunto com o jornal, não aceitou a honraria por saber que não faz parte da “família olímpica”. “Meu papel é o de cobrir o evento e informar ao cidadão o que ele está ganhando, perdendo ou pagando por isso”.
O jornalista ainda criticou a tentativa dos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI) de tentar fazer da tocha o símbolo que o Brasil precisa para se unir. “Não precisamos de um símbolo para nos unir. Não é isso que ergue uma democracia. Numa sociedade cada vez mais intolerante, o que precisamos, no fundo, é da capacidade de respeitar a diversidade e diferentes opiniões”.
Para Chade, os Jogos Olímpicos têm de ser um “espaço para reconhecer o outro e seu papel” e o povo brasileiro tem essa oportunidade em suas mãos. “Eu, de minha parte, vou estar empunhando o lápis, o caderno e o microfone. Mas não deixarei de estar emocionado por aqueles que vão lustrar os anéis olímpicos com seu sentido de ética e, cada qual de sua própria maneira, promovendo uma silenciosa insurreição das mentes. E, de repente, nem tão silenciosa”.
Crédito:Reprodução Jornalista diz que se papel é informar sobre os Jogos
Em sua coluna no Estadão , Chade informou que, em conjunto com o jornal, não aceitou a honraria por saber que não faz parte da “família olímpica”. “Meu papel é o de cobrir o evento e informar ao cidadão o que ele está ganhando, perdendo ou pagando por isso”.
O jornalista ainda criticou a tentativa dos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI) de tentar fazer da tocha o símbolo que o Brasil precisa para se unir. “Não precisamos de um símbolo para nos unir. Não é isso que ergue uma democracia. Numa sociedade cada vez mais intolerante, o que precisamos, no fundo, é da capacidade de respeitar a diversidade e diferentes opiniões”.
Para Chade, os Jogos Olímpicos têm de ser um “espaço para reconhecer o outro e seu papel” e o povo brasileiro tem essa oportunidade em suas mãos. “Eu, de minha parte, vou estar empunhando o lápis, o caderno e o microfone. Mas não deixarei de estar emocionado por aqueles que vão lustrar os anéis olímpicos com seu sentido de ética e, cada qual de sua própria maneira, promovendo uma silenciosa insurreição das mentes. E, de repente, nem tão silenciosa”.





