"Jamais renunciarei", responde Dilma a editorial da "Folha de S.Paulo"
No último domingo (3/4), a presidente Dilma Rousseff usou seu perfil oficial no Facebook para responder ao editorial publicado pela Folha de
Atualizado em 04/04/2016 às 11:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
No último domingo (3/4), a presidente Dilma Rousseff usou seu perfil oficial no para responder ao publicado pela Folha de S.Paulo . Acompanhado de um vídeo com trechos de discursos, o texto destaca que ela "jamais renunciará". Crédito:Roberto Stuckert Filho/PR Presidente responde editorial e diz que "jamais renunciará"
"Setores favoráveis à saída de Dilma, antes apoiadores do impeachment, agora pedem a sua renúncia. Evitam, assim, o constrangimento de respaldar uma ação 'indevida, ilegal e criminosa'. Ao editorial da Folha de S.Paulo publicado neste domingo (3), fica a resposta da presidente: 'Jamais renunciarei'", escreveu.
Intitulado "Nem Dilma nem Temer", o editorial afirma que a presidente perdeu as condições de liderar o país e que deve renunciar. Para o jornal, o vice-presidente, Michel Temer (PMDB) também deve deixar o cargo para que possam ser convocadas novas eleições.
Opiniões
O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, também questionou o texto da Folha . Em nota, argumentou que o editorial "engrossa o coro daqueles que não aceitam o resultado legítimo das urnas, daqueles que querem golpear a jovem democracia brasileira".
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que há alguns meses defendeu publicamente que Dilma renunciasse, destacou que "o editorial mostra o que quase todos veem: que o governo da presidente Rousseff e do PT perdeu a capacidade de dirigir o país".
Humberto Costa (PT-PE), líder do governo no Senado, qualificou a posição do jornal como "equivocada". "Não vejo a presidenta renunciar, assim como não vejo hipótese de tantos segmentos abrirem mão [de seus mandatos]. E quem quiser interromper o processo democrático deve assumir a responsabilidade por isso, não dá é para querer que ela a assuma", completou.
"Setores favoráveis à saída de Dilma, antes apoiadores do impeachment, agora pedem a sua renúncia. Evitam, assim, o constrangimento de respaldar uma ação 'indevida, ilegal e criminosa'. Ao editorial da Folha de S.Paulo publicado neste domingo (3), fica a resposta da presidente: 'Jamais renunciarei'", escreveu.
Intitulado "Nem Dilma nem Temer", o editorial afirma que a presidente perdeu as condições de liderar o país e que deve renunciar. Para o jornal, o vice-presidente, Michel Temer (PMDB) também deve deixar o cargo para que possam ser convocadas novas eleições.
Opiniões
O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, também questionou o texto da Folha . Em nota, argumentou que o editorial "engrossa o coro daqueles que não aceitam o resultado legítimo das urnas, daqueles que querem golpear a jovem democracia brasileira".
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que há alguns meses defendeu publicamente que Dilma renunciasse, destacou que "o editorial mostra o que quase todos veem: que o governo da presidente Rousseff e do PT perdeu a capacidade de dirigir o país".
Humberto Costa (PT-PE), líder do governo no Senado, qualificou a posição do jornal como "equivocada". "Não vejo a presidenta renunciar, assim como não vejo hipótese de tantos segmentos abrirem mão [de seus mandatos]. E quem quiser interromper o processo democrático deve assumir a responsabilidade por isso, não dá é para querer que ela a assuma", completou.





